Estava com o sangue fervendo de ódio raiva, eram muitos sentimentos misturados desde que minha mãe tinha me ligado para contar o que tinha acontecido na minha ausência. Ouvir aquilo foi como se algo dentro de mim tivesse despertado uma raiva tão grande que eu quase não conseguia controlar. Minha vontade era de ir para casa e ficar com minha mulher, consolá-la e protege-la, mas eu ainda precisava resolver algo primeiro se não fizesse isso logo eu não iria conseguir dormir á noite. Não demorou muito até alguém á abrir á porta depois de ter apertado a campainha e era exatamente quem eu queria ver. - Amélia não está aqui – ela disse num tom rude e sem esperar tentou fechar á porta, mas fui mais rápido e coloquei o pé impedindo. - Sei exatamente onde minha mulher está - murmurei erguendo meu

