Em casa?

762 Palavras
CAPITULO 2 Versão Maria Clara Maria Clara toma a sua água, e abraça o marido, que retribui de forma discreta, e logo se afasta. — Não ligue para o pesadelo, não deve ser nada demais, tente dormir novamente, e verá que terá bons sonhos! — Leonardo diz para a esposa. — Obrigada! Mas, você não vai dormir também? — Ela pergunta para Leonardo. — Eu preciso trabalhar, melhor não me esperar, pois vou chegar de madrugada, ou de manhã! Tenho uma boate no centro da cidade, e não posso faltar! — Diz ele já se afastando dela. — Só uma pergunta? Estamos em que lugar? Ou país? — Maria Clara pergunta confusa. — Na Itália! Mas, eu já vou, e descanse! — Leonardo fala, e vai saindo, sem nem se despedir de Maria Clara. Ela fica lá perdida em seus pensamentos... aquele pesadelo parecia muito real, e tinha a impressão de já ter vivido aquilo, mas era tudo muito estranho. Mas, além de tudo, Maria Clara agradecia que não tenha passado de um pesadelo, pois seria muito triste, se ela tivesse passado por aquilo, que pareceu horrorizante, e torturante. Tocou uma campainha que tinha na beira de sua cama, e pediu ajuda a governanta, para tomar um banho, e vestir uma roupa limpa. Uma mulher muito amável a ajudou, e ainda trouxe comida, uma canja de galinha maravilhosa, e um chá para dormir, ela agradeceu a ajuda e se deitou novamente, e implorando para que o pesadelo não voltasse mais, e ela pudesse dormir tranquilamente. Mas, infelizmente o que Maria Clara não sabia era que aqueles pesadelos se tornariam constantes, e logo ela precisaria tomar algumas providências. Mais uma vez a Maria Clara adormeceu, e como em um passe de mágica ela estava em outro lugar... . “Desta vez, ela estava vindo da rua, e entrando numa casinha, era bem simples, na cor marrom, com detalhes brancos, algo dentro dela dizia ser sua casa, pelo menos parecia estar em paz ali, um cachorro veio contente recebê-la, e uma senhora, com aparência de uns cinquenta anos abriu a porta, ficando muito feliz, com a sua chegada. — Filha! Você demorou tanto! Aconteceu alguma coisa? O seu pai já estava querendo ir atrás de você! — Diz a senhora de pele clara, bronzeada, com o cabelo castanho. — Eu não sei... eu estava... — Mãe ela foi na sorveteira do Victor, eu vi pela janela, por isso demorou! — Grita um rapazinho de uns doze anos. — Para de ser fofoqueiro Miguel! Um dia você vai crescer e querer sair, e eu vou te entregar também, você vai ver! — Maria Clara falou brava com o garoto, e o mesmo mostrou a língua para ela. — Filha, eu sei que você está apaixonada por Victor, mas ele é três anos mais velho que você, e mais experiente, então fica de olho aberto com isso, tá? — Diz a mulher que Maria Clara chama de mãe. — E tem que cuidar nessas ruas, filha, ouvi falar que o bairro está ficando perigoso! — Diz o homem baixo que a Maria Clara chama de pai. Eles conversaram bastante, e ela sente que mora lá, que tem uma ligação com aquela família, e fica por muito tempo alegre conversando. Maria Clara é desperta por Leonardo que acabou de chegar, e se deita do seu lado, com a pele meio úmida de quem acabou de sair do banho. Leonardo Grecco, já chega com as mãos no corpo dela, e acariciando os seus s***s. Maria Clara levou um certo susto, pois não se lembra dessas sensações, nem de ter estado com um homem antes, então o toque dele a despertou para observar o que estava acontecendo, pois apenas se lembrou do pesadelo horroroso que teve mais cedo, então ela fechou os olhos, focando no seu marido que estava ali, e achou boa, a sensação de estar sendo tocada, mas ficou um pouco perdida por não saber o que fazer, então decidiu falar isso ao marido... — Eu não sei o que fazer... não me lembro... Ele a calou com um dedo em sua boca dizendo: — Shiii! Eu te mostro! — Disse Leonardo Grecco, e começou a tocá-la com mais intensidade, ele tem mãos ágeis, e sabe envolver uma mulher, mas a Maria Clara não se lembrava disso, aquela sensação parecia muito boa, e ela foi se deixando levar, apenas sentiu um pouco de dor no seu tornozelo que estava sem a bota, para dormir, mas conseguiu sentir prazer nos toques do marido, que estavam bem íntimos e...
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