Sua mente vagou para o momento em que encontrou a moça caída na frente do Louvre. O nome dela era Anna e era linda. Delicada e frágil como uma rosa. Seus olhos o hipnotizaram como se fosse magia. Se toque lhe causou arrepios quando ajudou-a a se levantar do chão. Recorda o momento exato em que seus olhares se cruzaram mantendo-os presos por segundos que poderiam facilmente se transformar em horas que ele não se importava nem um pouco. Quem era ela? A lembrança de sua doce voz ainda era bem vívida em sua mente. Concentrou-se em memorizar bem aquele som maravilhoso. Seu jeito tímido e meigo o pegou em cheio. Não conseguia lembrar o nome das outras duas que estavam com ela, mas também nem importa. O nome dela, gravou e não pretende esquecer. Como alguém consegue fazer algo assim? Em tão

