Era uma mistura agonizante de sensualidade e drama. Não fazia sentido ele querer me questionar futilidades, enquanto eu estava sendo madura o suficiente para dizer o que sempre estava engasgado em minha minha garanta, meu desejo por ele, e era apenas isso que ele precisava saber. — Não vou t*****r com você, se você duvida das minhas intenções. — Afirmei. — Você não deixa as coisas claras, você faz joguinhos comigo. — Você não estava paranóico desse jeito ontem quando me beijou! — cruzo os braços. Ele conseguiu me tirar do sério. — Pare de me provocar — ele retrucou, e eu dei um passo em sua direção. — Se decida de uma vez! — lhe encarei séria. — Não há joguinhos, eu quero você... — em um instante suas mãos puxaram meu rosto e novamente ele expremeu nossos lábios com pressa. Eu d

