Seus dedos seguraram firme o meu rosto, enquanto sua boca aprofundava o beijo, me deixando mole. Assim que ele nos deu um intervalo, seus olhos olharam no fundo de minha alma, como se ele estivesse me fazendo uma pergunta. Eu encarei sua boca avermelhada e tomei ela para mim, o puxando pela nuca. Suas mãos foram urgentemente para a minha cintura, e ele fez questão de colar nossos corpos na parede, como se pudéssemos nos fundir um no outro. Eu conseguia sentir sua excitação, e eu não parava de me perguntar o que o levou à tomar aquela atitude agora, nesse minuto. O que fez virar a chavezinha na sua cabeça? — Por que agora...? – me afastei o suficiente para conseguir questioná-lo. Ele me olhou como se estivesse ansioso. — Quis dar um tempo pra você se recuperar de tudo o que te acontece
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