Terror on Miguel saiu da sala e disse que eu podia entrar, que ele ia voltar depois para ajudar a cuidar da Luiza. Entrei e me deu um aperto ver ela cheia de fios, sem aquele sorriso ao ver a filha. Mano, que p***a tá acontecendo comigo? Me sentei ao lado da cama e segurei a mão dela, que estava meio gelada. Eu: Acorda aí, patricinha... geral precisa de tu. Acordar e ver tua cara amassada de manhã, te perturbando toda hora... tua cria tá te esperando. Tu precisa acordar. Não sei o que tu faz comigo, morena, mas tu precisa acordar. Eu não sou bom com as palavras, mas preciso de você aqui pra me perturbar ou até mesmo gritar comigo... coisa que eu nunca permiti. – falei, e assim que me levantei, escutei a voz dela, rouca. Valentina: E-eu não sou patricinha. – falou, e eu olhei pra ela, s

