Capítulo 41 A noite já pairava no céu, o Allan estava no banco ao meu lado e eu atentamente dirigia até sua casa. Respiro fundo, agradecendo por meu lindo ter saído dessa, estando vivo ao meu lado, gato, gostoso e maravilhosamente atraente. Tentada, olhei para o Allan que estava muito quieto, estranhando seu silêncio repentino, desde que saímos do hospital ele está assim, pensativo, longe, distante me pergunto se ele esteja me culpando ou é pela conversa esquisita que teve com seu primo, o tal Hugo. — Está com fome? _Perguntei, preocupada, e claro tentando puxar assunto, seu silêncio estava me matando gradativamente. Eu só queria sentir sua voz mais um pouquinho, senti ela aveludada entrando em meu ouvido, tudo era muito recente, mais poxa vida! Eu fiquei uma eternidade sem ouvi-l

