Maldade talvez

2206 Palavras

Capítulo 11 Bocejo, ao me levantar da imensa cama confortável, mas não devia ter olhado para a cama. Sério, o travesseiro de penas de gansos me chamava novamente, só porque eu já estava de pé. Oh! Droga. E o pior de tudo é que eu dormi o que, quatro horinhas, isso não deu nem para as pupilas dos meus olhos descansarem. Mais o dever me chama, eu tinha que tomar um banho e ir para a delegacia. Como diz o meu pai: Dinheiro não nasce em árvore. Eu retrucava diretamente e provava o contrário, aliás tentava, porquê papel vem sim das árvores da vida. Entro no banheiro e abro a ducha, a água estava tão quente, tão maravilhosa, que foi difícil abandona-la demorados minutos depois. Leve. Era assim que eu estava, leve, Leve como vento, era esvoaçante e divino estar bem perto do Doutor exube

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