Verena se sentou em frente aquele estranho que já lhe parecia ser o mais íntimo dos amigos. A pessoa que havia estendido a mão a ela, sem perguntar se ela tinha posses ou algo a oferecer. Sua última experiência a colocava agora em um prisma diferente sobre a vida e a morte, ela se lembrava de pedaços fragmentados de nosso encontro, acho que até que sonhou comigo no vazio. Mas isso eu jamais poderia afirmar, ficar longe mais do meu domínio. - Matheus ... eu sou realmente a moça que estão falando no jornal, Verena LeBlanc, ou eu era. Mas eu tenho algumas contas para acertar, e de jeito nenhum posso voltar a ser eu mesma agora entendeu? Talvez um dia, ou até mesmo nunca! - Você não tem pena dos seus familiares? Viverem acreditando que você sumiu? Ou pior que está morta? - Tenho sim

