Longe de nós, havia um quarto branco. As paredes, móveis, lâmpada e até mesmo as portas eram brancas. Insano, eu diria. A luz era muito forte e dilatava qualquer pupila que não estivesse acostumada com aquele nível de claridade. Isso aconteceu com Donnie. Ele acordava lentamente. A visão estava embaçada. Tentou colocar o pulso na frente do rosto, porém, estava bem amarrado em algemas contra uma espécie de maca hospitalar. Suas costelas estavam enfaixadas. Na veia, uma agulha ligando ao soro. Usava apenas um short branco, sem nada por baixo, e sentia o clima um pouco gélido lhe arrepiar a pele tatuada. — Aonde... Estou...?! — Com a garganta seca, ele murmurou. De repente a porta se abriu. Seu coração bateu forte quando viu a figura n***a daquele vilão novamente entrar em cena. Por mais qu

