Enquanto isso, bem, bem longe dali... Ela ia acordando aos poucos. Sua mão tocou-lhe a nuca e coçou ainda sentindo vestígios daquela dor incômoda. Suas pernas tremiam, a boca estava seca, morrendo de sede. A garganta chegava arranhar. Entre alguns pigarreados, Ariana coçou o nariz, os olhos e tirou os cabelos da frente do rosto. A diabinha não fazia a mínima ideia de onde estava ou que aconteceu. Quando acordou em uma sala quadrada de 3x2, um colchão sobre uma cama de pedra, pia, banheiro improvisado e aberto. Pensou estar numa espécie de prisão. Mal fazia ideia de que de fato ela estava. A única saída estava lacrada. Uma porta de aço com uma janelinha fechada encima e outra embaixo. Provavelmente a comunicação era feita na parte superior e a alimentação através da inferior. Um lugar o

