Meus olhos cores âmbares eram as únicas coisas vívidas em meio as prateleiras cobertas pela cortina de sujeira. Eu nem ousei assoprar, ou, era capaz de morrer asfixiada com a poeira que iria subir. Jason, sem graça após escutar o que não devia, tentava fazer de tudo para manter a aproximação e eu sempre me afastava. Acabei me distraindo com tudo aquilo. Procurei em quase todos os lugares e resolvi mudar. Me virei, dei um passo à frente e vi algo que fez meu coração quase sair pela boca. — CELESTE! — GRITEI, MAS GRITEI COM FORÇA. — Quem?! —Jason assustou-se e veio em minha direção. Eu me joguei nos seus braços. Eu espasmava de medo, tremia, os olhos se enchiam de lágrimas. Até que ele encarou ali embaixo e viu uma aranha, peluda, caranguejeira. — Own, a diabinha está com medo de uma ar

