73

853 Palavras

AMANDA NARRANDO Finalmente cheguei na casa dos meus pais. Estacionar a Pajero na garagem foi como tirar um peso de dez quilos das costas. O morro tava uma uva, mas a adrenalina de passar pela barricada e ver aquela molecada armada sempre me deixava ligada no 220. Subi as escadas, entrei e o cheiro do café da dona Nádia já me abraçou. — Cheguei, família! — Gritei, largando a bolsa no sofá. Fui direto pro banho. Precisava tirar aquela "nhaca" de hospital e o bafafá do morro do meu corpo. Deixei a água quente cair, relaxando cada músculo. Saí renovada, vesti um shortinho de malha e uma regata folgada, e fui pra cozinha. Minha mãe, Nádia, tava terminando de arrumar a mesa, e meu pai, Sandro, tava concentrado no jornal, mas abriu um sorrisão quando me viu. — E aí, minha doutora? Como foi l

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR