GADERNAL NARRANDO Eu não aguentei, tive que rir da cara dela. Ver a Maju possessa, com os olhos faiscando e me xingando de tudo que é nome por causa de um ciúme bobo, foi o ápice da minha manhã. A n**a fica linda demais quando tá brava, o peito subindo e descendo, aquela boca desenhada destilando veneno... é um t***o que não cabe no peito. Mas quando eu mandei o papo reto, ela desarmou. Aquele olhar de "fui feita de otária" mudou pra um "tu ainda me paga", e eu sabia que ali a gente já tava em outra sintonia. Puxei ela pela cintura de novo, sem dar espaço pra mais desaforo, e meti um beijo quente, daqueles que faz o chão sumir. A língua dela brigando com a minha, o cheiro de banho dela me entontecendo... por um segundo eu quase esqueci que tinha que tirar ela dali. — Vamos, preta. Antes

