Encarei seus olhos luminosos, ela passa a mão na minha testa soada e logo nos meus cabelos, os colocando pra trás, bagunçando-os mais ainda. Molhei os lábios com a respiração ofegante e selei delicadamente nossos lábios. Ela passa as mãos abertas nas minhas costas, me puxando para mais perto. — Mais uma? — Pediu. — Quantas vezes você quiser mulher. Fomos interrompidos pelo meu celular, que insistia em tocar naquele momento. Inspirei nervoso e vi no visor o nome do meu pai. — Preciso atender! — Peguei o celular, deitando na cama. Ela deita sobre meu peito. — Alô. — Precisamos conversar. — Sobre o que? — Perguntei confuso. — Sobre esse seu relacionamento com a Parker. Não diga nada, sei que ela deve estar ao seu lado. Vou deixa-lo com um aviso, a cavalaria está pronta e é questão de

