Prólogo

932 Palavras
Manu Alguns meses antes Hoje é um dia especial, em todos os sentidos, mas não por ser o dia da minha tão sonhada formatura na faculdade de dança… Eu estou voltando do jantar de comemoração da minha formatura com meu amigo Júlio. Ele e eu de vez em quando demos uns beijos, uns amassos, mas eu não tenho compromisso com ele e nem quero, porque meu objetivo é focar nos meus estudos e na minha carreira. Começamos uns amassos no carro e eu fico pensando no que minha amiga me disse sobre eu deixar de ser virgem nesse dia e torná-lo inesquecível, ainda mais… Eu e Julio entramos na minha casa um pouco envergonhados e eu pretendo trocar de roupa e tentar me acalmar um pouco, mas o Júlio me abraça por trás demonstrando que está muito ansioso e e******o e eu tremendo de tão nervosa que estou. Ele choca meu corpo na parede me imprensando com o dele e beija meu pescoço enquanto suas mãos passeiam pelos meus s***s. Depois me vira e abre meu vestido deixando meus s***s a mostra e vai chupando um deles e o outro ele aperta com a mão. Tudo é intenso e um pouco rápido demais pra mim que não estou conseguindo relaxar… — Julio, espera, vamos com calma… — Calma? Manu eu não aguento, eu tô louco pra fuder você… Esperei muito por esse momento. Nunca fui muito romântica, mas confesso que não esperava ouvir: “Eu não aguento, por que tô louco pra te fuder”, logo na minha primeira vez. — Julio, vamos com calma… Eu também quero, mas não assim… Vá mais devagar. Ele pega minha mão e coloca em cima da calça dele, me fazendo sentir seu p*u ereto, quase saindo pela calça… — Abre e coloca ele pra fora… — Ele sussurra em meu ouvido gemendo e ao mesmo tempo mandando, enquanto amassava meus s***s, me fazendo sentir dor. — Tudo bem Julio, agora vai mais devagar… Ele me puxa para o sofá e me deita e não deixa nem eu tirar o vestido completamente, apenas levanta ele e puxa minha calcinha… Puxa minhas pernas e coloca uma delas sobre o braço do sofá me deixando mais aberta e sem tirar os olhos de mim e diz: — Eu esperei muito por esse momento, Manu… Nesse momento eu penso em me levantar e me tranquilizar, porque a pouca certeza que eu tinha de me entregar a Júlio estava desaparecendo. Não sei se quero mais, pelo menos dessa forma, eu tenho certeza que não. Tento me levantar do sofá, ele me empurra de leve e diz: — Você não vai fugir, Manu… Relaxa que você vai gostar… — Julio, eu preciso de tem po, vamos… — Ele não deixa eu terminar de falar e diz: — Nem pense em fugir de mim, gata… — Julio você sabe que é a minha primeira vez e eu… — Por isso mesmo Manu, que você não vai fugir de mim… O que eu mais quero é ser o primeiro a te fuder. Estou muita confusa, respirando cada vez mais ofegante e ele beija meu pescoço e começa a chupar ele e eu tento empurrá-lo, aquilo estava começando a me apavorar, mas como num milagre a porta abre e meu irmão é jogado no meio da sala, todo ensanguentado, com dois homens jogando ele dentro, como se fosse um saco de batata. Julio levanta e se veste rápido e eu me assusto e cobri meus s***s e vou amparar meu irmão… — Meu Deus Arthur, meu irmão, como você está? — Ele abre um pouco os olhos e tenta falar alguma coisa, mas seu rosto está muito inchado, coberto de sangue e geme muito sentindo dor. — Manu, precisamos levar seu irmão para um hospital. — Júlio diz, e eu confirmo apenas fazendo um gesto com a cabeça. — Por favor, Julio, me ajuda a levar ele num posto de saúde ou hospital? — Eu peço bastante nervosa. — Vamos colocar ele no meu carro, Manu. — Bastante prestativo, como costumava ser, Júlio pega meu irmão e eu o ajudo a levá-lo para o carro dele. No hospital atenderam ele, mas disseram que ele precisava de exames e tinha que esperar, e a situação parecia ser bastante complicada, mas eu não tinha saída. — Manu vamos levá-lo para um hospital particular, eu pago, é só um empréstimo, o estado dele é grave e acho que ele vai precisar de cirurgia. — Como eu vou te pagar Julio? — Não pensa nisso agora… — Olho para ele enxugando minhas lágrimas e pergunto: — Não? Porque? Você já sabe como vai cobrar, não é? — Essa pergunta saiu sem eu pensar e eu sinto que estou magoada. Ele fica me olhando em silêncio. — Manu eu sou louco pra ter você e faço qualquer coisa pra ser o teu primeiro homem. — Então é assim Julio? Com a minha virgindade? É assim que você quer que eu te pague? — Não Manu… eu acho que… Eu sai de perto dele, porque me sinto enjoada e um turbilhão de coisas passa em minha mente. Esse foi o primeiro dia que entendi que minha virgindade tinha um preço… Só consegui olhar pra ele e fazer a seguinte pergunta: — Será esse o “preço da minha virgindade”? Como disse, esse foi um dia muito especial… *** Qual o Preço de uma virgindade? Será que Tigre e Manu vão conseguir vencer as diferenças? Vem acompanhar junto comigo essa linda história e coloquem nos favoritos, por favor.
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