5 CAPÍTULO

1439 Palavras
O aniversário - moço me vê um Hambúrguer e um suco de maracujá, por favor. May pede logo após Will e verônica realizarem seus pedidos. - Séria muito legal se fizessemos uma festa pra comemorar como se deve, assim você poderia convidar seus amigos e se divertir um pouco, o que acha? - eu não tenho muitos amigos e não gosto de festa, mas agradeço a preocupação. May responde tentando parecer amável com verônica, afinal ela está sendo simpática e gentil com ela, o que a faz se sentir estranhamente desconfortável. - Que tal uma viagem? a gente poderia ir a Dubai tomar muito banho de praia, e pegar um sol. - Will não gosta de praia, num é Will??? ela pergunta olhando pro irmão que até o momento se manteve calado observando a verônica tentar convencer May a festejar seu próprio aniversário. - Bom, não é que eu não goste, mas se você quiser ir a gente vai. - Não sei se quero, não sei se gosto, afinal nunca fui pra praia. - Perfeito, assim é uma oportunidade você conhecer algo novo né? vamos na sexta-feira a noite, assim voltamos no domingo de noite e Will não vai precisar atrasar os assuntos do escritório. - É uma boa ideia, posso pedir pro Sr. Wallace ( secretário) comprar as passagens, mas você concorda May? Will pergunta despreocupadamente, mas a verdade é que ele estava muito nervoso, e no fundo gostaria que ela se negasse a ir. - tá bom, eu só vou ter que adiantar uma trabalhos pra entregar antes de sexta e faltar aula. - Ah se for lhe prejudica eu posso vê outra data pra gente ir. - não, não vai, eu vou só ter que adiantar esse trabalho. -tem certeza? - sim , vai ser ótimo a viagem. - Ah claro que vai, vou programar o que vamos fazer, pois pelo pouco tempo que vamos ficar lá temos que aproveitar e....... O resto da noite verônica falou sem parar dos planos das viagens, ela mudava de ideia constantemente sobre o que poderiam fazer o que deixava May sorrindo constantemente, apesar de seus sentimentos. No fundo ela gostava de verônica, mas seus sentimentos pelo seu irmão, faziam que ela tivesse um certo ressentimento por verônica namorar com ele. Will que estava sentado na frente dela também acabava rindo da maneira que verônica mudava os planos, e foi aí que May percebeu o motivo dele gostar dela, ela era espirituosa, determinada e engraçada, apesar de a maioria das suas conversas serem a respeito de coisas fúteis, ela era muito legal e May sabia que essa implicância tinha que acabar, pois verônica não merecia. - Podemos ir tomar um sorvete? May na esperança de ficar mais um pouco com eles, já que eles poderiam voltar para o apartamento deles e só entrar em contato quando fosse o dia de viajar. - claro, porque não né? verônica fala animada, ela estava feliz que finalmente parecia que May estava se dando bem com ela. - então vamos naquela perto do parque, sei que gosta de ir lá! Will diz caminhando na frente em direção ao carro. Nesse momento May se sentir como se fosse uma criança, e que eles estavam agindo como seus pais e isso a deixar com um sentimento estranho e confuso, mas que ela sabia que era uma sensação r**m, pois não queria que eles fossem seus pais. - é gosto sim. Ela responde com um tom de voz diferente. No caminho para o parque ela se lembra das inúmeras vezes que foi lá passeia com seu irmão. Lembra principalmente de quando ia com seus pais, eles a amavam e não mediam esforços para demonstrar seu amor por ela. Quando Will foi morar na mansão com eles, o tratamento não mudou nenhum pouco, eles tratavam muito bem ele, mas continuavam lhe mimando, e com a chegada de Will, ela ganhou mais uma pessoa para lhe mimar, já que ele dê cara adorou ela, e faziam questão de fazê-la sorrir só para vê suas lindas covinhas. - Chegamos, vocês vão querer andar em algum brinquedo? - eu só quero tomar um sorvete mesmo, May responde saindo do carro e tentando disfarçar sua voz melancólica. Parecia uma boa ideia ir lá, mas agora que eles chegaram, ela sentia um embrulho no estômago com uma enorme sensação estranha, fazia anos que ela não vinha nesse parque, a última vez deveria ter seus 14 anos, inclusive ela havia conhecido um rapaz muito especial que trabalhava na montanha russa, na época ele deveria ter só 3 ou 4 anos a mais que May, mas infelizmente ela nunca mais o virá, já que NN única mais havia ido lá. - Vamos em um brinquedo, tomar sorvete a gente toma em qualquer lugar. Verônica queria fazer o possível para que ela e May pudessem se entender e principalmente se gostar. - podemos ir na montanha russa, May diz se lembrando que o menino poderia ainda trabalhar lá, e que seria legal poder vê ele de novo. - então é melhor a gente ir primeiro lá e depois a gente tomar sorvete, pois não quero vomitar depois rsrs, verônica diz pegando na mão de May e caminhando em direção ao brinquedo que era do outro lado da entrada. Will caminhava atrás das duas que estavam conversando sobre alguma coisa na qual ele não conseguia ouvir por conta do barulho. Elas eram quase da mesma altura, mas May era um palmo mais baixa que verônica, verônica tinha seus cabelos negros um pouco acima dos s***s, mas May tinha cabelos ruivo cacheado até a sua cintura, enquanto a pele de verônica ela morena bronzeada, May ela tão branca que qualquer coisa deixava sua pele marcada. Ambas eram extremamente lindas, e Will amava as duas, mas sabia que qualquer sentimento diferente por May precisava ser repreendido dentro de si. O coração de May acelerava cada vez que eles estavam mais próximos do brinquedo, ela se perguntava se depois de tantos anos ele ainda estaria trabalhando lá, era provável que não, mas mesmo assim ela continuava nervosa. Quando finalmente chegaram no brinquedo e entraram na fila May observou o rapaz do brinquedo e percebeu que não era ele. - está procurando alguém? verônica pergunta ao vê o olhar atento de May. - não, não eu só estava olhando o brinquedo, eu nunca mais tinha vindo, parece que era maior antes. - você cresceu, mas o brinquedo continua do mesmo tamanho. Will a responde olhando para o brinquedo que para ele trazia boas lembranças. - bom parece que vai demorar um pouco. diz verônica. - não, só mais rodada e já é nossa vez, May diz se virando de costas para o brinquedo e olhando para o casal que ela agora estava decidida torcer pela felicidade e encontrar a sua própria. - é duas pessoas no carro, então acho melhor ir vocês duas juntas. - não, não, deixa que eu vou com uma pessoa desconhecida mesmo, afinal você teria que esperar na fila e não ia ter graça, May toca no braço de Will e sente um formigamento, ela retira a mão e volta esperar sua vez. Assim que eles entram no brinquedo, May senta atrás do banco onde seu irmão e verônica estão e ao olhar para o lado consegue vê quando chegar o rapaz tá trocando com outro, ela o vê de costa, rapaz alto, cabelo loiro escuro, musculoso, não poderia ser a pessoa que ela buscava, afinal ele era mais baixo e não tinha tendência de crescer já que era mais baixo que ela, e magro. Ela observa os dois rapazes normalmente quando outro deles desce do brinquedo confirmando que já pode dá partida. Quando o brinquedo entra em movimento, ela continua olhando eles conversarem animadamente juntos, até que o carrinho que ela está passa bem próximo deles e ela pode vê uma marca no rosto do rapaz alto. A marca no rosto, a mesma marca que Marcos tinha, exatamente no mesmo lugar, próximo a orelha, era um pouco grande no formato de um pequeno polvo. Ela tenta desesperadamente vê seu rosto, mas o brinquedo continua e começa a passar pelas montanhas e circuitos, ela simplesmente nem consegue sentir medo, ela só pensa: é ele, será que é ele, não pode ser, é muito diferente pra ser ele. Quando o brinquedo para, ela finalmente pode se levantar, ela descer rápido e começa a descer a escada que passa bem ao lado da pequena cabine de controle, e quando ela desce o último degrau, ele sai da cabine com um belo sorriso e eles se olham e se reconhecem.
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