Viviane Narrando Eu não acreditava no que tava acontecendo. O grande Malfeitor… sendo carinhoso. Nem parecia ele. Mas aproveitando cada segundo. O negãö todo cheio de marra, que metia medo até nos próprios aliados, agora tava aqui, me beijando devagar, como se quisesse que eu relaxasse. E eu? Sempre fui doida pra sentar nesse homem. Doida pra sentir esse corpo forte, essa pele quente colada na minha. — Relaxa, ruiva… — ele murmurou contra meus lábios, segurando firme meu quadril. Eu tentei, mas sabia o que vinha a seguir. Meu corpo tava tenso, ansioso, esperando por ele. Quando senti a cabeça do paü dele me tocar, prendi a respiração. Ele foi empurrando devagar, mas a dor veio na hora. Gemi baixinho, meu corpo se contraindo. — Ai… — soltei num sussurro, apertando os olhos. Na mesm

