Capítulo 05

1691 Palavras
Elisângela Narrando Nicolas me puxou para a frente, me abraçando firme pela cintura, me fazendo passar os braços ao redor do pescoço dele. Com o paü encaixado fundo dentro de mim, ele se sentou na mesa, segurando minha bundä com força. Atrás de mim, Natan roçava a cabeça do paü quente no meu cüzinho, deslizando devagar, testando minha reação. Meu corpo inteiro arrepiou, e eu mordi o lábio, me segurando no ombro de Nicolas. — Relaxa, gostosa… deixa a gente cuidar de você. — A voz rouca de Natan soou no meu ouvido, enquanto ele passava a língua pelo lóbulo da minha orelha, fazendo meu corpo estremecer. Nicolas segurou minha cintura com mais força e começou a me guiar em movimentos lentos, fazendo eu rebolar em cima dele. Eu gemi, sentindo cada estocada profunda, cada vez mais intensa. — Isso… assim que eu gosto, montando gostoso no meu paü. — Ele rosnou, apertando minha bundä com força. Atrás, Natan deslizou um dedo dentro do meu cüzinho, lentamente, preparando o caminho. Ele beijou minha nuca, distribuindo mordidas leves enquanto aumentava a pressão. — Tá sentindo, né? Se abre pra gente, princesinha… — Ele sussurrou, empurrando um pouco mais. Meus gemidos ficaram mais altos. Meu corpo inteiro estava entregue a eles, ao calor, ao prazer que me consumia sem piedade. Nicolas cravou os dedos na minha cintura e começou a socar mais rápido, fazendo a mesa ranger debaixo de nós. — Porrä, que delícia… — Ele gemeu, enterrando o rosto no meu pescoço. Natan segurou minha bundä e começou a forçar a entrada devagar, fazendo meu corpo se ajustar a ele. — Prontinha pra ser preenchida pelos dois, hein? — Ele provocou, rindo baixo. Eu arqueei as costas, sentindo cada centímetro deles dentro de mim, e me entreguei completamente ao momento. Nicolas enfiou a mão nos meus cabelos, puxando minha cabeça para trás antes de colar a boca na minha, tomando meus gemidos num beijo intenso e molhado. A outra mão apertava minha cintura com força, me guiando para que eu sentasse ainda mais fundo no p*u dele. — Isso… sente, gostosa… — ele rosnou contra os meus lábios, os olhos carregados de desejo. Atrás de mim, Natan segurou minha bundä com as duas mãos, afastando minhas pernas um pouco mais para me dar espaço. Ele roçou a cabeça do paü no meu cüzinho antes de começar a empurrar devagar. Meu corpo enrijeceu no mesmo instante, e um arrepio cortou minha espinha. — R-relaxa… — Natan sussurrou, passando a boca pelo meu ombro, espalhando beijos molhados. — Você vai gostar, prometo. Nicolas mordeu meu lábio inferior, a respiração acelerada, enquanto segurava meu quadril e me forçava para baixo, enterrando-se ainda mais fundo dentro de mim. O prazer e a pressão me deixavam zonza. Então, senti Natan empurrar mais um pouco, abrindo espaço devagar até começar a deslizar para dentro. — Aaaahh! — Um grito escapou dos meus lábios quando a sensação me invadiu por completo. Nicolas prendeu minha nuca com firmeza, mantendo nossos rostos próximos. — Respira, princesa… sente a gente te preenchendo. Natan foi fundo aos poucos, gemendo no meu ouvido enquanto me segurava com força. Meu corpo inteiro tremia, tentando se ajustar àquela nova sensação, até que o desconforto inicial se dissolveu no calor insuportável do prazer. Quando eles começaram a se mover juntos, cada um tomando o seu espaço dentro de mim, minha cabeça pendeu para trás, e tudo que saiu da minha boca foram gemidos entrecortados de puro êxtase. Os gemidos preenchiam o ambiente, misturados às palavras sujas que Nicolas e Natan sussurravam no meu ouvido, me deixando ainda mais entregue a eles. — Carälho, gostosa… — Nicolas rosnou, segurando minha cintura com mais força, mantendo o paü enterrado fundo dentro de mim. — Tu tá sendo sensacional, rebolando desse jeito… tá sentindo como a gente tá te preenchendo inteira? Meu corpo estremeceu, minha respiração falhou, e tudo que consegui foi gemer em resposta, completamente entregue ao prazer avassalador. Natan deslizou as mãos pelas minhas costas suadas antes de pressioná-las para baixo, forçando-me a me inclinar ainda mais enquanto ele entrava e saía com precisão, cada investida me fazendo ver estrelas. — Isso, princesa… aceita nós dois, sente cada centímetro. — Ele sussurrou no meu ouvido, mordendo meu lóbulo antes de puxar meu cabelo para trás, me fazendo encarar Nicolas, que me olhava com fogo nos olhos. Nicolas mordeu os lábios, apertando minha cintura enquanto seu p*u pulsava dentro de mim. Ele não parava de se contrair, me fazendo sentir cada detalhe dele, arrancando de mim gemidos roucos e desesperados. — Putä que pariu, Elisângela… que bucetinhä apertada do carälho… — Ele gemeu, acelerando os movimentos, e eu gritei, incapaz de segurar. Natan rosnou contra minha nuca, segurando meu quadril com força. — Porrä… eu vou gozär… — Ele avisou, a voz carregada de t***o. Nicolas cravou os dedos na minha pele, gemendo rouco. — Vem com a gente, gostosa… gozä junto com a gente… O calor explodiu dentro de mim, meu corpo se arqueou, e um grito de puro prazer escapou dos meus lábios enquanto eu me desfazia entre eles, completamente dominada pelo êxtase. Senti meu corpo ainda tremendo, os resquícios do prazer percorrendo cada centímetro de mim enquanto tentava recuperar o fôlego. Nicolas ainda estava encaixado dentro de mim, suas mãos firmes segurando minha cintura. Natan se afastou, saindo de dentro de mim, e deu um tapa estalado na minha b***a, me fazendo arfar. — Carälho, gostosa… — Ele murmurou antes de ir até o bar, pegando uma garrafa e montando um drink. Enquanto isso, Nicolas segurava meu rosto com as duas mãos, me obrigando a encará-lo. Ele passou os polegares pelos meus lábios entreabertos, me puxando para um beijo intenso, profundo, cheio de posse. Minhas mãos deslizaram pelas costas dele, sentindo sua pele quente e suada, enquanto ele me apertava contra si. Natan voltou, deslizando a palma da mão pelas minhas costas nuas, me fazendo arquear e soltar um suspiro baixo. Ele me entregou o copo. Dei alguns goles e estendi para Nicolas, que fez o mesmo, lambendo os lábios ao terminar. — Quero mudar de posição agora… — Natan avisou, sua voz carregada de desejo. Ele rasgou a embalagem de uma nova camisinha e a deslizou sobre o paü duroo, já pronto para me tomar de novo. Nicolas segurou minha cintura e me tirou de cima dele, saindo de dentro de mim com um gemido rouco. Com a mão firme e pesada, explorou meu corpo enquanto tirava a camisinha usada, colocando outra. Seus olhos percorriam cada parte de mim, desejosos, possessivos. Natan deitou na mesa e me puxou para cima dele, alinhando meu corpo ao dele. Dessa vez, Nicolas ficou por trás, abrindo bem minhas pernas. Primeiro, Natan se encaixou na minha intimidadë, me preenchendo devagar. Antes que eu me ajustasse, senti Nicolas roçar o paü delecna no meu cüzinho, me provocando antes de escorregar para dentro. — Porrä… — Soltei um gemido longo, sentindo os dois me preencherem completamente mais uma vez. Nicolas empurrava minha ponta para cima, me deixando completamente aberta para ele, enquanto Natan segurava firme minha cintura, me forçando para baixo. Meu corpo tremia entre eles, cada movimento me fazendo perder o controle. Natan tomou minha boca num beijo intenso, abafando meus gemidos, enquanto Nicolas distribuía tapas firmes na minha bundä, o som ecoando pelo quarto. — Putä que pariu, gostosa… — Nicolas rosnou, apertando minha carne antes de puxar meu cabelo para trás, me obrigando a inclinar a cabeça. Ele continuava me castigando com estocadas fundas, seus movimentos cada vez mais frenéticos. — Nicolas..... Natan... isso ..... Eu gritava os nomes deles, minha voz carregada de puro tesãö. Meu corpo inteiro pegava fogo, a pressão no meu ventre aumentando a cada segundo. — Olha pra você, toda entregue… — Natan sussurrou contra minha boca, sua voz carregada de posse. Ele segurou meu pescoço, apertando de leve enquanto me olhava nos olhos. — Vai gozär pra gente, né, safadä? Dessa vez, o socadão veio mais pesado, o ritmo alucinante, os corpos deles batendo contra o meu com força. O bar estava quente, o cheiro de suor e sexo impregnando o ar. Meu corpo já não respondia mais, entregue ao prazer absoluto. Eu estava prestes a gozär novamente, sentindo o ápice se aproximando como uma onda avassaladora. Natan deslizou a mão pelo meu rosto, me fazendo abrir os olhos antes de dar um tapa de leve, segurando meu queixo firme. — Göza pra gente, gostosa… — Nicolas rosnou, cravando os dedos na minha cintura enquanto arremetia contra mim. Os dois enterraram fundo ao mesmo tempo, me fazendo arquear as costas e gritar. Natan puxou meu cabelo para trás, os olhos cravados nos meus enquanto enchia a camisinha, seu corpo estremecendo contra o meu. Nicolas veio logo depois, rosnando alto enquanto me preenchia por completo. Minha boca ficou entreaberta, os olhos fechados, o corpo tremendo violentamente. Um prazer tão intenso que parecia que eu estava em convulsão, sem forças para me manter de pé. Fui tomada por uma onda de êxtase absoluto, perdida entre eles. Os dois saíram de dentro de mim devagarinho, me fazendo arfar com a sensação. Meu corpo ainda tremia, sensível, e eu sentia os resquícios do prazer percorrendo minha pele como eletricidade. Natan passou a mão pela minha cintura, os olhos ainda queimando de desejo. — E aí, gostosa? Como está se sentindo? — Na moral, tu é sensacional. Certeza que aquele otariö do Daniel não sabia o que tinha nas mãos. Se quiser, as câmeras do bar tão à disposição pra tu mandar pra ele ver o que perdeu. — Nicolas falou riu, passando os dedos pelos meus cabelos desgrenhados. Soltei uma risada, ainda ofegante, e balancei a cabeça. — Vocês foram föda… Sério, mesmo sem amor, sem essa parada de envolvimento, me trataram bem pra carälho. Essa noite, eu não esqueço nunca. Eles sorriram junto comigo, e Natan puxou meu cabelo de leve, selando minha boca num beijo lento e provocante. Antes que eu pudesse me mover, Nicolas me pegou nos braços, me carregando em direção ao banheiro. — Vem, princesa, vamos te dar um trato........ FIMMMMM
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