Capítulo 66

1216 Palavras

Preto Narrando Ver minha mulher daquele jeito, entregue, toda melada, me fez sentir um orgulho do caralhö. Passei os dedos no meio das pernas dela, sentindo aquele líquido quente escorrer, e levei à boca, olhando nos olhos dela. — Caralhö, Raquel… olha isso, porrä… isso tudo é meu, né? — passei a língua nos dedos, sentindo o gosto dela, enquanto ela me olhava com aquele fogo que só ela tem. — É teu, amor… tudo teu… — a voz dela saiu manhosa, carregada de tesãö, me deixando ainda mais duro. — Então fica de quatro pra mim. Quero ver essa porrä tremendo quando eu meter. Ela obedeceu sem pensar duas vezes, empinando a bundä daquele jeito que me deixava doido. Passei a mão firme, apertando a carne macia, sentindo ela se arrepiar inteira. Encostei a ponta do meu paü na entrada dela, só pro

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