Capítulo 3 – Primeiro Amor

3600 Palavras
Sexta-feira, 04 de setembro de 2020, 9h45min. Estava na minha aula favorita do dia, apenas esperando começar. Aula de biologia avançada. Eu estava sentada com minha parceira de sempre, Penny, quando o sinal finalmente tocou e a professora Stone entrou na sala. - Pessoal, sentem-se nos seus lugares. Tenho algo pra dizer. - disse a professora, enquanto o resto do pessoal sentava com suas duplas. - O que será que ela vai inventar dessa vez? - indagou Penny, ao meu lado, segurando a cabeça com a mão. - Eu vou mudar as duplas das aulas. - ela falou e todo mundo reclamou. Ninguém gostava de trocar de lugar, que mulherzinha chata - Não adianta reclamar, eu vou mudar de qualquer jeito. Brad e Amelia. Kyle e Penelope. Katherine e Raymond. - O quê?! - exclamei, horrorizada - É sério isso? - Muito sério, Katherine. - ela falou meu nome inteiro e eu olhei para Ray, com raiva. O i****a estava rindo, sabendo que aquela era a melhor oportunidade de me infernizar. Ele se sentou ao meu lado, contra minha vontade, jogando-se na cadeira. A professora continuou a fazer mudanças e quando acabou, passou uma atividade e eu e Ray fizemos a atividade sem trocar uma palavra. Até que... - Você tem olhos lindos. - ele falou, quebrando o gelo. Eu parei o que estava fazendo e lhe dei uma encarada - Tudo bem, sem papo. Só achei que a gente podia se conhecer melhor, já que vamos ser parceiros. - Não, Ray, não vamos nos conhecer melhor. - eu disse em tom autoritário - Caso você não se lembre, não somos mais amigos desde o fundamental. Ele ficou calado, me encarando enquanto eu voltava a fazer a atividade da professora até acabar a aula. Depois, era hora do almoço. Eu não via a hora de sair de perto de Ray. Não era que eu odiava ele, mas sim que a gente não conseguia se entender. Era tipo a minha relação com Mike, mas a diferença é que eu sentia atração por Mike, apesar de tudo, mas não por Ray. Quando o sinal tocou, eu e Penny saímos dali o mais rápido possível e andamos em direção aos armários para pegar nossos livros. - Eu ainda não acredito que Stone me colocou ao lado do Kyle. - reclamou Penny, abrindo seu armário. - Pensei que você gostasse dele. - eu falei, confusa. - Eu gosto dele, mas ele é uma porta quando o assunto é estudar. - ela se defendeu. Na mesma hora, eu vi Mike se afastando de Jeff e Kyle e andando em minha direção. Quando Mike parou ao meu lado e nos cumprimentou, Hayley não disse nada, mas Penny fechou a cara e me encarou - Some daqui, seu babaca. - Eu só quero conversar com ela. - Mike pediu, tentando fazer eu olhar para ele, mas eu o ignorei. - Sai daqui, Mike. Eu já falei o que tinha para falar. - eu respondi, concentrada em abrir o armário. Mike respirou fundo e saiu dali, nos deixando em paz - Ah, até que enfim! Penny abriu a boca para começar a falar que eu devia ter dado uma surra em Mike, quando olhou para mim e franziu as sobrancelhas. - Kate, onde está seu colar? Você nunca sai sem ele. Em desespero, levei a mão até o pescoço e não senti o cordão. No mesmo instante meu coração começou a bater mais rápido. Eu poderia perder qualquer coisa, menos o meu colar. Comecei a procurar em minha mochila. Não estava. - E-eu não sei onde está. - falei, nervosa - Deve ter caído na aula de biologia avançada. - Kate, acalme-se! - pediu Hayley, segurando minha mão - A gente te ajuda a encontrar. No mesmo momento, meus olhos encontraram Raymond do outro lado do corredor, conversando com Ralph que aparentemente agora estava sempre com ele. Ray estava quieto, parecia estar pensando em algo. - Fiquem aí. - eu disse e eles hesitaram, mas me obedeceram - Eu vou achar sozinha. Saí de perto delas, deixando a minha bolsa e andei em direção a Ray. Quando ele viu que eu estava indo em sua direção, me olhou atento, como se soubesse do que se tratava. Quando eu parei em sua frente, ele cruzou os braços e m*l me olhou. - O que eu fiz agora? - falou, parecendo cansado. - Você me diga. Por acaso achou meu colar na aula de biologia avançada? - perguntei, torcendo para que ele tivesse visto. Ray ergueu os olhos para mim, levantando-se em seguida. Ele ficou de frente para mim e olhou fundo em meus olhos azuis. - Vem comigo. - ele pediu que eu o seguisse para o outro corredor dos armários, e eu o fiz sem hesitar. Ao chegarmos, ele me levou em direção ao seu e o abriu. De dentro do armário, ele retirou um cordão de ouro com um pingente medalhão. Dentro dele, havia uma foto minha e da minha mãe. - Ah, graças a Deus! - avancei para sua mão e peguei meu colar de volta, lhe colocando em meu pescoço. Fiquei de costas para Ray por um minuto e deixei minha mão descansar em cima do colar. Eu sabia que Ray me olhava confuso e eu precisava agradecer a ele. Contra minha vontade e por conta da situação delicada na qual eu me encontrava, eu virei para ele e o abracei com força - Muito obrigada, Ray! Inesperadamente, ele passou os braços pelas minhas costas e me apertou também. Estava com a cabeça enterrada em seu pescoço. Ele cheirava bem e seu abraço era reconfortante. De repente, algo me bateu e eu me soltei dele. - Bom, deve ser meu dia de sorte. - ele brincou - Finalmente me disse algo que não fosse me afastar de você. Eu não respondi. Será que ele realmente se sentia m*l quando eu dizia que não conseguíamos nos entender? - Esse colar significa muito pra mim, Ray. - expliquei - Agradeço muito você ter guardado. - Ele era da sua mãe? - ele indagou. - Era. - falei, sentindo que ia chorar - Não que você se importe, mas, era. - Lá vai você de novo, me afastando. - ele deu um sorriso - Bom, de qualquer forma, tome cuidado. Ele deu às costas e foi para a aula de álgebra e eu fui logo atrás dele. Sexta-feira, 04 de setembro de 2020, 10h30min. Eu e as meninas fomos para a aula de matemática. Ray estava lá. Eu me sentia em débito com ele por ter guardado meu colar. Ele poderia não ter feito nada, mas ao invés, pegou o cordão e esperou que eu fosse procurá-lo. - Sr. Robinson algum problema? - disse o professor Torres, cruzando os braços, ao ver que Ray estava sentado em sua cadeira, sem fazer nada - Por que não está fazendo o teste? - Porque eu já terminei. - disse Ray, calmamente, me chamando atenção. Eu virei para ele, surpresa e ele retornou o olhar - Posso ir? - Agora, isso é uma novidade. - disse Jeff, alto e claro - O cara mais inútil da escola, terminou o teste primeiro. Me pergunto que nota ele vai tirar... Alguns alunos deram uma risadinha e Ray apenas lhe olhou, sem se importar, mas no fundo de seus olhos, eu via que estava revoltado. O professor chamou a atenção de Jeff e recolheu o teste de Ray, que pegou suas coisas e saiu. Me apressei para terminar o teste e lhe entreguei ao professor Torres. Quando parei na frente da mesa dele, pude ver que ele já havia corrigido o teste de Ray e, para minha surpresa, Ray havia tirado nota máxima, pois acertara tudo. Eu não sabia que ele era bom em matemática. Achava que ele era escorado, que não estudava, mas aquele teste provava o contrário. Saí da sala e encontrei Ray andando pelo corredor com as mãos nos bolsos. - Você tirou A, sabia? - falei, parando poucos metros atrás dele. - Sabia. - ele falou, sem demonstrar interesse, enquanto abria seu armário. Eu andei até ele e parei ao seu lado. - Não liga pro Jeff, está bem? - eu tentei reconfortá-lo - Ele não falou pra valer. - Você falando assim quase acredito que não pensa o mesmo. - ele disse, sem me olhar, ainda parecendo desinteressado. - E não penso. - eu falei, cruzando os braços. Ray ergueu uma sobrancelha, começando a mostrar algum interesse - Você recuperou meu colar. Isso mostra que você não é inútil. Ele riu e se virou para mim, ficando bem perto. - Mesmo? - indagou e eu assenti. - E você tirou um A na prova mais difícil do mês. - eu complementei. - Aonde tá querendo chegar? - ele falou, me encarando. - Ray, eu... Me sinto em débito com você. - confessei e ele finalmente se mostrou interessado em algo - E eu odeio me sentir assim. Então, eu queria saber se tem algo que eu poderia fazer por você. Ele franziu as sobrancelhas e contraiu os lábios. - Vou pensar em alguma coisa. - ele falou e eu sorri quando ele deu às costas - Até amanhã. Sexta-feira, 04 de setembro de 2020, 16h. Eu estava ansiosa. Não conseguia parar de rolar de um lado para o outro na cama. Não me concentrava, não conseguia ler, assistir uma série, nada. Eu sabia qual era o problema. Levantei da cama, coloquei uma roupa e fui de carro até à oficina de Alex. Chegando lá, ele estava trabalhando em um Pontiac GTO e tinha um ajudante. O rapaz era alto e forte igual Alex, mas sua pele era mais clara, os cabelos eram pretos, finos e curtos. Alex tinha os cabelos da cor castanho claro e eles eram na altura do ombro. Quando seu ajudante virou para mim e encarou meus olhos, eu franzi o cenho, confusa por ver seus olhos azuis ali. - Ray? O que está fazendo aqui? - eu perguntei me aproximando dos dois. - Eu trabalho aqui. - ele respondeu, sem mais nem menos. Parecia entediado com aquela conversa. Para ser sincera eu também estava. - Precisa de alguma coisa? - Alex perguntou com as mãos enfiadas no motor do Pontiac. - Na verdade, não. Eu só vim ver se você podia conversar, mas... Você tá claramente ocupado. Melhor deixar para outra hora. - eu falei, virando em direção à saída, levando um susto ao ver um homem observando meu carro - Posso ajudar? Ele olhou para mim e sorriu. Seus olhos eram verdes claros, quase azuis e deu cabelo era castanho escuro. Ele era mais velho que Alex e mais bonito. Quem era aquele cara? - Não precisa, eu só estava observando essa máquina. É incrível. - ele admirou o Audi Q3 que meu pai comprou. Ele escolheu aquele modelo porque minha mãe sempre gostou de Audis, mas o carro na verdade era dele, no entanto, ele deixava eu usar como quisesse. - Valeu. Adorei a sua, também. - eu apontei para a Harley Davidson atrás dele e o garoto sorriu mais ainda. - Gosta de motos? - ele indagou. - Bastante, apesar de eu não conhecer muitas. Mas esta daí eu conheço. É minha favorita. - eu contei, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha - Vou correr com ela no domingo em um evento de motocross. - ele me disse e eu ergui as sobrancelhas, curiosa. - Você é corredor de motocross? - É só um hobbie. - ele deu de ombros - Eu trabalho na polícia. Detetive Nicholas Grey, muito prazer. Ele estendeu à mão para mim e eu a apertei, olhando em seus olhos verdes. - Kate Hale, prazer em te conhecer. - eu soltei sua mão e passei por ele, indo até a porta do carro - Bom, boa sorte domingo, Nicholas. - Pode me chamar de Nick, e... Se você gosta tanto assim de motos, por que não vem me ver correr? Vai ser na Old Road, às 15h. - ele me convidou e eu sorri, sem dizer nada. Apenas entrei no meu carro e voltei para casa. Ao deitar na cama, estava impressionada que um homem de quase 10 anos a mais que eu havia se interessado em mim. Peguei meu celular e digitei uma mensagem conjunta para Hayley e Penny. "O que vocês acham de um evento de motocross no domingo?" Domingo, 06 de setembro, às 14h50min. Estávamos nas arquibancadas da Old Road, infestadas de gente, esperando o evento começar. - Eu odeio multidões. - Jeff resmungou de cara feia. - Esse cheiro de salsicha empanada tá me enjoando... - Hayley murmurou quando o homem que vendia salsichas passou. - Vai demorar muito? - Penny perguntou olhando em seu relógio. - Será que dá pra vocês calarem a boca e pararem de reclamar? Já vai começar. - eu retruquei e então a corrida começou. Nick era o número 15, então assim eu conseguia acompanhá-lo com o olhar. Ele era habilidoso. Não ficava para trás. Estava ultrapassando todos, até finalmente ficar na liderança. Eu não sabia que ele era tão bom. Ele ganhou a corrida e o troféu. Depois que a corrida acabou fomos numa lanchonete, comemorar em homenagem ao Nick. Ele era um cara muito legal. Engraçado, carismático. Mas apesar dele ser tudo isso e ser incrivelmente lindo, eu não me sentia atraída por ele e acho que nem ele por mim. Creio que ele não era o que eu procurava. Não que eu soubesse o que estava procurando, mas iria saber quando encontrasse. Nick e eu nos despedimos com o número de telefone de cada um, um abraço e o início de uma amizade. Jeff e Hayley foram pra casa dela e Penny saiu com Charlie Sinclair, irmão de Eve. Eu conheço Charlie desde sempre, avisei à ela que ele era um mulherengo, mas Penny não estava à procura de algo sério. Assim que todos foram embora, caminhei até meu carro sozinha e enquanto procurava a chave na minha bolsa, ouvi passos na minha direção que pararam logo atrás de mim. Pelo reflexo do carro pude ver que era Mike. Respirei fundo e virei para ele. - O que você está fazendo aqui, Scotch? Como sabia onde eu estava? - eu cruzei os braços para ele, me apoiando no carro. - Jeff me avisou. - ele disse olhando nos meus olhos enquanto colocava as mãos nos bolsos de sua calça - Eu só vim para te pedir desculpas. Eu realmente sinto muito por ter te puxado para a piscina aquele dia. Foi i****a da minha parte e eu não devia ter feito. Eu não sabia de todos os detalhes da morte da sua mãe e nunca faria aquilo se soubesse, eu juro. Eu sinto muito mesmo. Eu fiquei em silêncio, sentindo o peso de suas palavras e então comecei a me sentir m*l por ignorá-lo a semana toda e o fazer se sentir tão m*l. Ele não tinha como saber que minha mãe se afogou naquele acidente, ninguém saiu contando, muito menos eu. - Tudo bem, Mike. Vamos esquecer isso. - eu dei um sorrisinho sincero e estendi a mão para ele. Mike ignorou a minha mão e deu alguns passos na minha direção, parando próximo do meu rosto. Eu fiquei em silêncio sentindo meu coração disparar quando ele colocou a mão na minha bochecha e seus dedos se entrelaçaram em meus cabelos. Sua boca estava tão próxima da minha que eu não pude evitar imaginar como seria beijá-lo. De repente, não precisei mais imaginar. Os lábios de Mike encontraram os meus e então estávamos nos envolvendo em um beijo quente e sedutor que nos fazia querer mais e mais. A mão livre dele envolveu minha cintura e me prensou contra o carro, fazendo com que eu sentisse uma pressão no meio das minhas pernas. Soltei um gemido na boca dele quando isso aconteceu. - Vamos sair daqui. - eu pedi sussurrando e ele sorriu, voltando a me beijar. Rapidamente nos separamos e fomos para nossos carros. Mike me seguiu até minha casa e estacionou no final da rua. Já era 20h da noite, meus avós estavam dormindo mas meus tios e meu pai estavam acordados, provavelmente assistindo o canal de notícias na TV. Eu mandei Mike subir pela videira em meu quarto e passei pela porta da frente. - Boa noite. - eu cumprimentei meu pai e meus tios com um beijo na bochecha de cada um. Eles estavam na sala de estar assistindo ao canal de esportes, esperando o jogo de basquete começar. - Oi, querida. Quer se juntar a nós? - meu pai perguntou - Seu irmão que vai jogar. - Sério? - eu exclamei, olhando para a TV, reparando que entre os jogadores estava meu irmão mais velho, Sam Hale. Merda, justo hoje que eu estava com um cara na minha cama Sam tinha que jogar? Que saco! - Eu até quero, mas estou muito cansada. Vou me deitar. - Está bem, eu gravo pra você. - meu tio Hart pegou o controle e apertou para gravar - Boa noite. - Boa noite, tios. Boa noite, pai. - eu falei indo em direção às escadas e entrando em meu quarto. Tranquei a porta e abri a janela para Mike que entrou. - Com certeza não foi assim que eu imaginei que a noite iria acabar. - Mike falou, sorrindo enquanto andava até mim. - A noite só está começando. - eu sorri antes de avançar e beijá-lo, passando a mão em seus cabelos loiros e os puxando. Mike passou suas mãos na minha cintura e em seguida na minha b***a, me levantando e me jogando na cama. Ele subiu e ficou de bruços sobre mim, com sua cintura contra minha virilha, me permitindo senti-lo por inteiro. Ele ergueu deu corpo e tirou a camiseta. Confesso que fiquei sem ar novamente ao ver a escultura de homem que Mike era, se despindo bem na minha frente. Ele tirou a camisa, descalçou os sapatos e retirou a calça, ficando apenas de cueca. Sua cueca boxer azul marinho marcava sua ereção. Eu dei um sorriso malicioso e tirei a blusa regata branca e o short jeans, revelando meu sutiã preto que combinava com a calcinha. Mike me beijou com t***o e desejo, e eu o retribui colocando a mão por dentro de sua cueca. Ele grunhiu na minha boca, o que para mim, foi uma ordem de não parar. Ele mordeu meu lábio quando comecei a fazer movimentos para cima e para baixo, acariciando o tronco de seu m****o. Ele ergueu o corpo, ficando de joelhos entre as minhas pernas. Tirei a mão de dentro de sua cueca, apenas para puxá-la para baixo, revelando seu m****o grosso e branquinho. Ele abriu a boca chocado com minha ousadia e riu. Sentei na cama, ficando na altura da cintura dele. Mike franziu as sobrancelhas, confuso, querendo saber o que eu ia fazer. Eu sorri para ele e mordi o lábio. Quando eu comecei a chupá-lo, Mike puxou meus cabelos e com a cabeça virada para cima e os olhos fechados, ele arfava. Ver ele naquele estado de êxtase me satisfazia. Logo, ele me jogou na cama, mais uma vez e me beijou com paixão. - Sabe, eu nunca transei com uma nêmesis. - ele confessou baixinho. - Pra tudo tem uma primeira vez, Mike. - lhe falei e ele traçou uma trilha de beijos pelo meu corpo que se iniciava no pescoço, passando para os meus s***s, e parando nos limites da minha calcinha. Ele me olhou com uma expressão safada. - Vamos ver que gosto você tem. - ele abriu bem as minhas pernas, deixando caminho livre para sua felicidade, e antes que eu pudesse pensar ou dizer alguma coisa, ele já tinha afastado minha calcinha e começado a me chupar. Apertei os lençóis e joguei a cabeça para trás, arqueando as costas. Eu arfava, me esforçando para não gemer alto, enquanto ele dançava com a língua sobre meu g***o pulsante e introduzia dois dedos em minha pequena entrada. Aquele desgraçado realmente sabia como me deixar louca. Ele continuou lambendo e chupando como se fosse pirulito, até eu começar a sentir uma corrente elétrica passando pelo meu corpo. Sabendo que eu estava para ter um orgasmo, Mike parou e tirou minha calcinha e sua cueca. Ele debruçou-se por cima de mim e guiou seu p*u até a minha entrada e, levemente, começou a bombear seu m****o para dentro de mim. - Mike, eu não vou quebrar. - falei indicando que ele aumentasse a velocidade, e foi isso que ele fez. Começou a meter com força e rápido. Ele grunhia e me beijava, para amortecer os gemidos que eu sabia que ele queria dar. Depois de algum tempo naquela posição, eu o forcei a deitar e fiquei por cima. - Tá, você venceu. - ele falou apertando minha b***a e sorrindo - Você é a melhor. - Gosto do jeito que isso soa. - eu o beijei para calar seus grunhidos e depois, ele ficou por cima de novo. - Hoje você é minha. - ele acariciou minha bochecha - Sou? - me excitei com aquela fala e lhe dando um beijo calmo e lento. Quando acabamos, ele deitou na cama, ofegante e eu deitei em seu peito. - Você tá bem? - perguntei lhe observando. - Estou, é só que... - ele respirou fundo e deu uma risada - Eu quero fazer isso mais vezes. - Isso? - indaguei - Isso o quê? Seja específico. - Ficar com você. - ele olhou em meus olhos e eu estranhei. - Cuidado pra seus amigos não descobrirem que você está ficando com a sua nêmesis. - eu não perdi a oportunidade de provocá-lo enquanto vestia uma blusa regata de dormir e minha calcinha. - Talvez eu queira que eles saibam. Ele falou e eu virei para ele, estranhando - O quê? Você liga se ficarmos na escola? - Não, eu não ligo. - falei, tentando explicar - Só estou surpresa que você queira trocar uns beijos durante os intervalos. - Você acha que eu consigo ir pra escola segunda, passar por você e não ficar duro? - ele perguntou irônico, enquanto eu arrumava a nossa bagunça. Quando terminei de arrumar tudo, coloquei o despertador para às 5h30min e apaguei a luz, deitando ao seu lado. - Quando o despertador tocar você tem que ir embora. - avisei enquanto ele me envolvia em uma conchinha. - Sem problemas. - ele me beijou na cabeça e colocou a cabeça em meu pescoço - Boa noite, Kate. - Boa noite, Mike.
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