Secret Desire

2094 Palavras
A night like this Chanyeol estava estressado, as veias de seus braços, da sua testa, chegavam a estar saltadas, não aguentava mais aquele lugar barulhento, seus colegas estúpidos e toda a carga de trabalho absurda sobre suas costas, mas sabia exatamente o que poderia o livrar disso, uma boa f**a. Uma f**a de verdade, intensa, onde pudesse descarregar seu estresse e sua raiva, entretanto havia se casado anos atrás com o homem mais fofo, gentil, doce e mais perfeito do mundo, um bolo de açúcar, uma flor delicada, alguém que não poderia o ajudar com isso. (...) O Park entrou em em seu carro, olhando para o Rolex caro que havia ganho no último aniversário, começando a pensar em seus momentos com o marido. Conheceu Baekhyun alguns anos atrás em uma floricultura. O Byun tinha apenas vinte anos, contrastando um pouco com seus trinta da época. Se apaixonou por aquele garoto no momento que o viu, no momento que viu os lábios se partindo em um sorriso, sabia o que queria. Sempre tão doce, tão meigo. Baekhyun era paciente, alegre, simplesmente feliz. Amava os passeio românticos, as viagens de casal, piqueniques e fazer amor com ele. Amava cada segundo que tinha com o marido, tanto que não demoraram a casar, a oficialização do casamento aconteceu poucos meses depois, no entanto, acabou reprimindo seus desejos selvagens para dar aquilo que Baekhyun merecia. Um gota de suor escorreu por sua têmpora, estava ofegante e sentindo o p*u cada vez mais duro dentro da calça social, olhou novamente para o seu presente de aniversário e viu que se não pisasse no acelerador perderia o jantar. O garoto tinha o hábito de sempre esperar Chanyeol com o jantar pronto e ele estranharia se demorasse demais. O Park se sentiu impulsivo, não acreditava que estava prestes a fazer uma coisa daquelas, mas estava precisando mais do que achava necessário, lembrar que gostava daquilo parecia ter despertado sensações em seu corpo, algumas que depois de tantos anos estavam parecendo desconhecidas. Chanyeol pisou no acelerador, não ligando se tomasse uma multa por passar um pouco do limite, precisava de tempo, precisava de uma vantagem, precisava ser antes do jantar. Parou o carro em frente a casa de madeira com lindos detalhes em lilás, um jardim bem cuidado, uma perfeita casa de família, com exceção pela falta de filhos. Entrou de modo silencioso e foi até a cozinha, vendo-o lavar a louça e sorriu, chegou no momento certo, tudo sairia exatamente como queria. Desligou o fogo e o abraçou por trás, passando a mão grande pelas costas dele até a nuca, deixando seus dedos se embrenharam nos cabelos macios e segurando com certa força, colocando a cabeça do garoto para o lado e depositando um beijo suave ali. — Oi, meu amor. — sussurrou. — Chanyeol, me assustou. — sorriu, fechando os olhos e aproveitando os beijos do marido. — Baekhyun, eu preciso contar uma coisa. — sussurrou — Eu gosto de algo que nunca contei a você, algo que agora eu preciso. — disse baixo, rouco, fazendo o garoto ofegar, sentindo seus cabelos sendo segurados com mais força. — Eu estou com raiva. Estou estressado e quero descontar isso no seu r**o. — O que? — perguntou confuso, ainda de olhos fechados, nunca ouvira o marido falar daquele jeito, muito menos o tratar assim. Chanyeol aproximou os corpos até estarem completamente juntos, esfregando a ereção pulsante nas costas do menor. — Eu quero descontar minha raiva no seu r**o, Baekhyun. Quero comer você até estar satisfeito, até cansar. E só quero saber uma coisa. — O que? — parecia ser a única coisa que saia de sua boca naquele momento. — Eu posso? — Você pode. — disse convicto, apesar de não saber exatamente o que poderia acontecer — Mas se eu mandar parar... — Só pedir, amor. O Byun concordou e Chanyeol sorriu, a mão que estava segurando os cabelos passaram pelos ombros e seguraram o pescoço do menor, enquanto a outra descia pela cintura, chegando ao quadril. — Empina. Ele colocou as mãos sobre a pia, deixando a b***a empinada para que o Park pudesse esfregar sua ereção ali. Chanyeol gemeu em antecipação, só de saber que faria aquilo com o seu Byun. Desceu a calça do menor com cuidado e logo depois a cueca, jogando para longe, em seguida retirou a blusa dele, fazendo-o voltar a se empinar. Retirou seu p*u já molhado da cueca e esfregou na entrada do marido, melando ali e massageando a entrada apertadas com o polegar. — Você não faz nem ideia de como eu me senti quando comi você a primeira vez. — mordeu os lábios — Senti você apertando meu p*u, me engolindo inteiro e gemendo tão gostoso — continuou a acariciar a entrada do menor, que tremia sob seu toque, ainda mais quando passou a fazer com os dois dedos polegares, apertando a carne farta — Eu cheguei em casa depois daquele encontro e tudo que conseguia fazer era te imaginar assim, de quatro. Baekhyun gemeu baixinho quando sentiu a cabecinha forçando a entrada, sem realmente entrar, o fazendo revirar os olhos com pura ansiedade e ao contrário do que estava esperando receber, sentiu um tapa forte e estalado em sua nádega direita, o fazendo gemer surpreso e sem saber o que achava daquilo. Chanyeol ficou olhando a b***a avermelhada pelo tapa, sentia um t***o da p***a por ver a b***a do marido balançar sempre que tocava. Ao não ouvir reprovações, deu outro tapa no lado esquerdo e outro no direito. Colocou seu p*u entre as nádegas, dando tapas um tanto mais fracos e repetidas vezes, de forma lenta, alternando o espaço de tempo, fazendo sempre ser uma surpresa para Baekhyun quando seria o próximo movimento. O Park gemeu entre os dentes por ter seu p*u praticamente massageado pelas bandas enquanto balançavam em torno de si. — Eu amo ver a sua b***a balançando assim pra mim, amor. Eu sempre quis te dar uns bons tapas assim. — disse e teve apenas um gemido como resposta, vendo o Byun se empinar ainda mais em sua direção. Pensou em meter logo de uma vez, mas puxou o marido, o virando de frente para si e beijando os lábios dele de maneira quase desesperada, pegando o corpo menor que o seu no colo e colocando sobre a mesa. Baekhyun olhou nos olhos do marido completamente ofegante, tomando coragem e puxando a blusa de Chanyeol, fazendo-a soltar de seus botões e mostrando o peito bem definido. Olhou para ele e passou as mãos, mordendo o lábio inferior logo em seguida. Aquilo fez com que o mais velho perdesse o controle de vez, segurando as pernas do marido com certa força e fazendo deitar na mesa, bem aberto para si. Nem se incomodou em tirar as roupas que estava vestindo, levou seu m****o até a entrada apertada e esfregou ali, espalhando novamente seu pré-g**o, antes de começar a adentrar. O Byun gemeu baixinho e levou as mãos aos próprios cabelos. Nunca tinha sentindo algo como aquilo, nunca sentiu seu marido daquela forma. Chanyeol metia com força em seu interior, segurando sua coxa com as mãos fortes, o corpo dele completamente suado e o no rosto uma expressão indecifrável. Às veias saltadas enquanto ele dava tudo de si, soltando gemidos longos e graves. Só aquela visão foi o suficiente para fazer Baekhyun gozar. — Já bebê? — perguntou, mordendo os lábios — Eu m*l comecei. — Eu... muito gostoso. — disse desconexo e ofegante, fazendo Chanyeol rir. E assim como esperava, ele não parou por ali, seu corpo rapidamente foi virado sobre a mesa, ficando na mesma posição que estava sobre a pia. Sentiu primeiro uma mordida leve em seu ombro e em seguida beijos mais selvagens descendo pela linha da sua coluna, até chegar a sua b***a. O Park segurou as bandas com força, as separando e começando a chupar sua entrada, o fazendo revirar os olhos. Seu marido estava determinado a lhe deixar sem palavras. Não conseguia fazer nada além de gemer. Chanyeol estava maravilhado com a visão que estava tendo, jamais imaginou seu fofo e inocente marido naquela posição, no meio da cozinha, daquela forma. Mas não podia estar mais feliz com o que estava recebendo e estava disposto a deixar o Byun do avesso. Decidiu chupar o marido por inteiro. Os beijos nas costas e na b***a fora só o começo, queria o ver gozando muitas vezes ainda naquela noite. Virou o corpo novamente, podendo chupar o p*u dele, chupando também as bolas e fazendo o Byun perder o equilíbrio com os caminhos que sua língua seguia. O sentou na mesa enquanto alisava a parte interna das coxas, deixando as marcas da sua boca naquela região também. Nunca em todos os quase dez anos de casamento teve coragem de deixar uma única marca sequer, a pele do Byun era tão branquinha, tão macia, não parecia certo. Mas já que estava tendo a chance, não deixaria um pedacinho em branco, aproveitaria por todo o tempo que reprimiu aquela vontade. Depois de marcar as coxas, voltou para o p*u do marido, o chupando como sabia que deixava Baekhyun completamente louco, e ele estava, gemendo alto como nunca antes e quando ele estava pronto para gozar, Chanyeol parou de súbito, sorrindo sádico ao virar o Byun de costas e voltar a lhe penetrar com força, sentindo que estava fazendo exatamente o que disse que queria; enfiando toda sua raiva, seu estresse no r**o dele. Viu suas mãos ficando marcadas na cintura fofinha e diminuiu um pouco a intensidade, dando um último tapa nas nádegas do Byun antes de o virar de frente para si uma última vez. — Eu quero gozar olhando você. — o marido concordou com as bochechas vermelhas e o lábio preso entre os dentes em uma tentativa inútil de segurar os gemidos. O Park voltou a segurar o pescoço do marido ao estocar com força, aquilo sendo o seu êxtase. Teve que controlar o seu impulso de fechar os olhos e aproveitar aquele prazer intenso, pois não queria perder um movimento sequer do Byun, que voltou a segurar os cabelos e não aguentou mais uma vez, chegando ao seu limite e dessa vez levou Chanyeol consigo. Baekhyun sentiu o liquido escorrendo para fora de si, melando suas pernas e ele tinha certeza, seu marido nunca tinha gozado daquele jeito. Queria dizer alguma coisa, mas não haviam palavras para descrever todas aquelas sensações. O mais velho olhou o corpo molinho do marido e sorriu, o pegando no solo e beijando os lábios rosados, o levando até o banheiro da suíte do casal, colocou o marido sentado na beira da jacuzzi e ligou a água começando a encher. Cabia com folga umas quatro pessoas naquela banheira, justamente para que tivessem todos os espaço que precisavam. Tirou a roupa de forma lenta, vendo o olhar do Byun desenhar cada linha do seu corpo e rir ainda envergonhado. Ali estava ele, seu fofo Baekhyun estava de volta. Colocou o seu pequeno na banheira e entrou em seguida, ficando atrás dele. Pegou uma esponja e começou a lavar o corpo agora todo marcado. — Quero que você saiba que eu amo trabalhar para te dar essa vida, amo seu jeito fofo, amo nossos passeios românticos, amo nosso casamento. Mas eu fiquei com medo de estragar tudo. — disse, abraçando o corpo pequeno e dando beijinhos em seu ombro. — Por me pedir isso? — Não, meu medo era o que aconteceria se você não aceitasse. — confessou, suspirando — No carro pra cá eu chegava a suar, eu estava com tanto t***o Baekhyun, eu estava tão duro e queria f***r. Mas eu pensava no quão frágil você é e... eu não queria forçar você, mas também não conseguia parar de imaginar te comer daquele jeito. O Byun virou de frente para o marido. — Me acha frágil? — sorriu — Guardou essa vontade nos últimos dez anos por medo de me quebrar, amor? — Essas bochechas rosadas, esse sorriso meigo... — Estão rosadas porque eu estou pegando fogo, você não tem noção do t***o que eu senti e meu sorriso, você o pintou assim, amor. — disse rindo — Ah, Chanyeol, agora eu fico pensando, devo mostrar um lado que vai tirar seu chão ou devo deixar você curioso sem saber o que pode acontecer? — perguntou mordendo o lábio inferior e olhando dos olhos a boca do Park antes de começar um novo beijo. Talvez Chanyeol tivesse passado tempo demais vendo só o queria.
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