Reconciliação

1332 Palavras
Baekhyun era casado com Park Chanyeol há seis anos. Seis longos anos. E nunca, nunca, em todo esse tempo Chanyeol tinha se atrasado para um compromisso. Ainda mais algo como aquilo. O seu aniversário de casamento. . . . Baekhyun já estava a mais de uma hora no restaurante esperando o publicitário. Pela primeira vez eles poderiam fazer as coisas sem correr, já que, Baekhyun sendo um cirurgião, sempre tiveram que se desdobrar para conciliar os horários e poder fazer algo. Mas no fim das contas era sempre a mesma coisa, um jantar caro, um bom vinho e sexo. Às vezes tinha uma brincadeira aqui e outra lá, só pra não perder a graça. Mas ainda sim, era uma rotina. Baekhyun quis, por muito tempo, acreditar que seu casamento ainda estava solido. Mas depois daquele atraso, o desgaste estava comprovado. . . . O pequeno estava sentado no sofá, com as pernas cruzadas e com uma taça de vinho em mãos. Chanyeol chegou já eram quase onze e meia da noite. - Onde esteve Chanyeol? - No trabalho, lembra-se daquela funcionaria que eu te falei ela... – Park parou de contar sobre seu dia exaustivo no momento que viu os olhos do marido com um fino delineado escuro, ele só se arrumava assim para momentos especiais. O garoto usava uma calça jeans branca, coturno preto, regata preta e jaqueta jeans branca, com um cachecol preto e cinza sobre os ombros. - Lembro! Ela foi demitida, então a empresa ficou uma bagunça e você teve que resolver tudo. - É... - É sempre assim. Eu te perdoaria por ter me deixado plantado por duas horas em um restaurante... Se não fosse o nosso aniversário. Semana passada eu trabalhei 120 horas. Eu fiz plantões de 48 horas só para que, pela primeira vez, a gente pudesse ter um aniversário descente. Então você esquece. - Me desculpa Baek. - Eu não quero as suas desculpas. Eu queria que nosso casamento tivesse sobrevivido. Mas não aconteceu, acho que isso foi a gota d’água depois de todo esse tempo, parecemos colegas de quarto. O pequeno ia sair andando pelo corredor, mas Park o impediu, agarrando seu braço e o imprensando na parede. - Está querendo desistir de nós? Do nosso casamento? – falou roçando seus lábios no do menor, uma de suas pernas estava entre as coxas do mesmo, o mantendo preso e ao mesmo tempo molestando o m****o alheio. – Vai deixar que uma coisinha qualquer destruía tudo que construímos em anos? Baekhyun tentou se soltar, o maior o agarrou pelos pulsos, o mantendo preso na parede. Passou o nariz pelo pescoço cheiroso e distribuiu selares pela área. Vez ou outra sugando a pele e vendo o menor arfar. - Chanyeol, não pensa que com um sexo bom tu vai revolver as coisas. - Diz que não me quer e eu paro. Eu paro e deixo você fazer o que quiser. – falou enquanto tirava a jaqueta do menor. Baekhyun pensou – ou tentou – mas toda a vez que tentava ser firme e empurrar Chanyeol, ele o imprensava contra a parede com mais força. O agarrava com vontade e fazia os membros despertos se friccionarem de uma forma gostosa. - E então? - Me fode! Eu quero que me f**a! O menor tomou os lábios do marido com desejo, à língua do maior deslizou para a cavidade do mais velho, fazendo os dois gemerem com o gosto inebriante sendo compartilhado. Chanyeol mordeu e sugou os lábios do marido, deixando Baekhyun com os lábios inchados e ainda mais rosados. As respirações já estavam falhas, mas tudo que faziam era tentar puxar o ar durante o beijo para que as bocas não se desgrudassem em momento algum. Chanyeol gemia com o menor puxando seus cabelos e Baekhyun gemia com Chanyeol apertando suas coxas e esfregando os membros que imploravam para serem libertos. Chanyeol pegou o menor no colo e seguiu a passos trôpegos até o quarto do casal. Baekhyun se segurava nos ombros largos e arranhava a nuca do marido, gemendo de encontro à boca do mesmo. O maior largou Baekhyun apenas para que pudesse tirar as roupas do pequeno e as suas próprias. Quando nus, pegou o menor em seu colo, novamente o imprensando contra a parede fria do apartamento. Baekhyun abraçava-se cada vez mais ao maior, suas unhas se enterrando nos ombros largos e seus lábios passando pelo ombro direito. Enquanto Chanyeol chupava seu pescoço o menos rebolava cada vez mais, ansiando por sentir seu amando por inteiro. - Channie... Eu quero agora! - Agora? - Aham... - Ainda não bebê! O maior levou o loiro até a cama, ficando entre as pernas deste. Chanyeol segurou o m****o do menor junto ao seu, começando a mover de forma lenta e calculada, enquanto seus lábios passavam pelo pescoço, ombros e peito do menor, sugando a pele e deixando rastros vermelhos. - Yeollie... Por favor... - O quê? - Me fode Yeollie... Não tortura! - Tá tão desesperado assim? O menor o empurrou ficando por cima do mais novo. Deu breves selares pelo corpo maior e logo chegou ao m****o, que engoliu sem cerimonias. Gemendo enquanto chupava e fazendo Chanyeol gemer pela sensação. Baekhyun achou que aquilo já estava suficiente, pelo menos não seria a seco. Não tinha passado na farmácia para comparar o lubrificante, afinal, ele não achou que iria t*****r aquela noite, era pra ele se fazer de difícil. A única coisa difícil naquele momento era o m****o grosso de Chanyeol entrar em si. O menor suspirava e tentava descer devagar, mas parecia impossível aquilo entrar. - Há quanto tempo a gente não transa? – a voz de Chanyeol saia como um gemido sussurrado. - U-um bom tempo. Quando finamente Chanyeol estava por completo dentro de Baekhyun, o menor soltou o ar pesadamente. Ficando parado por algum tempo antes de começar a rebolar, reboladas suaves, suspirando e sentindo as mãos do maior passear pelo seu corpo. Aquilo estava bom, estava muito bom. Mas o Park queria mais, queria algo selvagem, queria ver seu pequeno gemer loucamente até ficar sem voz. Chanyeol puxou o menor para um beijo e virou os corpos na cama, dando uma estoca forte, Baekhyun gemeu contra seus lábios e arranhou suas costas. Chanyeol impulsionava seu quadril de forma ágil, fazendo o menor revirar os olhos e apertar a b***a durinha do marido, querendo-o cada vez mais dentro de si! O maior estava quase enlouquecendo com os gemidos do amado ao pé de seu ouvido. Ele já nem entendia como seu corpo podia atingir aquela velocidade. Mas não duraria muito. Os corpos já estavam cansados e suados. As costas do maior estava vermelha, a unha do mais velho chegou a perfurar pele em alguns pontos. Mas nada disso importava naquele momento, eles estavam imensos em um prazer intenso. Inebriado pelos gemidos e o calor do corpo alheio. Baekhyun não aquentou por muito mais, a fricção do seu m****o com a barriga do maior era gostosa demais, e com dois pontos estimulados não demorou para que se desmanchasse, sujando a barriga dos dois. Chanyeol deu mais algumas estocadas rápidas e fundas, a entrada do menor se contraia de forma desesperada, o esmando de uma forma que ele chegava a ficar sem ar de tão prazeroso. Um orgasmo arrebatador veio, chegando a tirá-lo da consciência por alguns instantes. Que ele tinha sido a melhor transa que ambos tiverem em anos, talvez a melhor se suas vidas. Chanyeol deitou-se ao lado do menor procurando por oxigênio. - Ainda quer desistir do nosso casamento? - Claro que não. Eu só falei aquilo pra que você corresse atrás de mim dizendo que me amava. Mas você nunca foi desse tipo não é?! - Nunca. – riu. - De qualquer forma... Foi tão bom quanto eu imaginava. - E pode ser ainda melhor. O maior puxou Baekhyun para seus braços e o beijou de forma lasciva novamente. Aquela noite estava muito longe de ter seu fim.
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