RD Assim que cheguei na boca pedi para que resolvesse essa pendência da Catarina. Não poderia dizer que a Viviane estava errada, se tratava da segurança da filha dela, né!? Eu só não imaginava que os imbecis iriam pegar a criança da Catarina também como refém. - Não deu pra deixar o moleque na rua, chefe! - O vapor avisou. - E eu faço o quê, com ele? - perguntei com raiva. - Vou deixar na casa da tua mãe, i*****l? - Perguntei gritando. - Pode ser, ela olha. - Ele respondeu na inocência. - Some daqui. - Falei sério e ele sumiu da salinha. Enquanto isso a Catarina estava lá, naquele barraco esperando alguma atitude minha. Há alguns anos atrás eu jamais faria isso, ela era quem eu amava, era ela que eu tanto idolatrava. Mas depois da traição eu agi como maturidade, não corri atrás,

