Amanda Não sei quanto tempo passei aqui, parada, com o corpo simplesmente congelado, diante da porta. Ele saiu daqui, levando com ele o peso de uma decisão que só ele poderia carregar: acabar com a vida do próprio pai. E, depois de quase três dias em que ele se afundou na própria dor, na dor de perder a mãe, eu não acredito que ele consiga suportar perder o pai também – especialmente pelas próprias mãos. Me forço a me movimentar, a me alimentar, a continuar vivendo uma hora de cada vez. Me afundo na preocupação e ligo sem parar para ele. Mas a verdade é que nenhum dos dois atende. Nem o Luca, nem o Chris. E, honestamente, a cada minuto que passa, fico mais preocupada. Estou a ponto de pegar o carro e ir atrás deles, quando, finalmente, a porta se abre. — Amor… Graças a Deus você

