Luca No último segundo eu consegui me segurar, e apenas quebrei o nariz do meu pai. Ok, me julguem, eu não poderia me importar menos. Joguei o abridor de cartas para longe, porque a tentação de rasgar o rosto dele ainda era latente em mim. Os nossos olhos se encontraram no segundo em que eu fechei o punho e acertei o meio do rosto dele. Vai me renegar por uma bastarda?! A provocação foi como gasolina num incêndio. Porque ele poderia falar e fazer o que quisesse comigo, eu nunca liguei, por muito tempo, mesmo que eu tenha evitado qualquer confronto. Mas, com ela nem pensar. Ele morreria antes de tentar ferir a Amanda de alguma forma. Manter a mão no rosto não estava adiantando, enquanto ele está congelado olhando para mim, esperando por mais. - Luca… ? - A voz da Amanda é f

