AURORA JOHNSON Adentrei mais uma vez pelas enormes portas da mansão de Del Frari sentindo um friozinho na barriga. Eu estava curiosa para saber o que ele queria comigo e louca para vê-lo novamente. Não gosto de admitir, mas senti sua falta e isso não era bom. — Ele está no escritório, pode seguir aquele corredor à esquerda, perto da escada, e ir direto. — Obrigada. — Andei na direção que me foi indicada e, mais uma vez, me peguei olhando para algumas pequenas esculturas de gesso. Parei por alguns segundos para ver dois quadros que me chamaram atenção. O primeiro era a figura do rosto de uma mulher linda, pintada à mão, tinha grandes olhos verde-esmeralda, cabelo escuro e comprido com franja, pele branca e uma aparência jovial encantadora. O sorriso espontâneo que ela continha em seus l

