Capítulo 7.2

2312 Palavras

ANDERSON Passei vários minutos procurando-a e, já cansado e sem paciência desse jogo de gato e rato decidi pagar a conta disposto a ir para casa, quando avisto-a sentada em um dos banquinhos do bar virando uma dose do que suponho ser whisky, daqui de onde estava podia ver com clareza o que ela vestia, se na empresa com aquelas roupas coladas já é uma perdição fora dela então ,onde tem liberdade de usar o que quer, é o próprio passaporte para o inferno. Eu tive que me segurar para não grunhir quando a filha da mãe cruzou as pernas e o maldito short curto subiu. Me aproximei sorrateiramente, passando por detrás dela e inspirando seu cheiro enlouquecedor misturado a álcool. — Fugindo de mim Deise? — Arqueei uma sobrancelha em aquisição, querendo ri da sua cara de espanto ao me sentar no b

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