Claire Davis Estava vivo. Contra todas as estatísticas, expectativas e talvez até contra a minha própria vontade. — Bem vindo de volta, Sr. Davis — disse o Dr. Robson, mexendo em uma seringa como se estivéssemos em uma consulta de rotina. — Me diga. O que diabos aconteceu? — agora podia conversar tranquilo, sem ser monitorado. Ele hesitou, e isso era um péssimo sinal. — Quer a versão oficial ou a verdade? Sentei com dificuldade, cada músculo protestando. — A verdade. E rápido. — Alguém tentou te matar, injetando uma dro-ga sedativa bastante peculiar. As meninas acreditam que foi o seu irmão. — E você? — Perguntei. — Eu me atenho aos fatos. Essa substância não é fabricada em nosso país, um dos principais componentes só se encontra na Ásia. — Foram longe pra me matar — comentei,

