Lily Angel Decidi que voltaria a morar na casa da minha mãe, ainda não tinha um plano sobre o que faria com a minha vida, mas não precisava de um plano, o que eu precisava era lidar com o tamanho do buraco que se abriu no meu peito. Sabia que a doença da minha mãe era delicada, mas ela se foi rápido demais, eu precisava de mais tempo com ela, isso não era justo! Minha cabeça latejava de tanto chorar, e eu não conseguia parar. Estava virando a esquina da rua de casa quando um carro cantando pneus parou na minha frente, bloqueando a minha passagem. Com um lenço preto na cabeça e um óculos escuro extravagante, reconheci a figura imediatamente. Sra. Margareth. — Lily, — ela retirou o óculos e se aproximou de mim com olhar consternado — eu sinto tanto, mas ainda assim não posso deixar que

