Chegada à noite Sharon e Andrew vão jantar e decidem não tocar no assunto de trabalho, ficam só conversando sobre eles, pois queriam se distrair um pouco.
Na manhã seguinte o dia amanhece ensolarado na cidade de River Rild e nenhuma vítima feita pelo serial killer. Sharon se levanta, e vai para o banheiro tomar um banho, e logo em seguida vai para a delegacia. Quando ela estaciona o carro em frente à delegacia, solta o cinto e paga suas coisas no banco de trás e sai do carro.
No momento em que ela está entrando, Andrew vem vindo com dois copos de café.
- Bom dia detetive Sharon – diz ele estendendo um copo.
- Bom dia.
Eles passam um certo tempo na delegacia e depois foram visitar as casas das famílias das vítimas naquele mesmo dia, depois procuram a mídia para alertar mais uma vez as jovens tomarem cuidado ao sair de casa.
Depois foram pra suas casas, cada um no seu canto investigando a noite toda se havia mais alguma pista, isso deixa a cabeça deles a mil.
Um mês depois...
- Nove, um, um qual a emergência?
- Quero falar com o detetive Andrew agora, é muito urgente.
- Okay, vou entrar em contado com ele, mais mantenha a calma, e preciso que me diga de onde está falando.
- Tá, tá..é, é.. acho que vou desmaiar.
- Calma e tente respirar fundo.
- Eu não estou conseguindo
- Me passe o endereço para que eu possa lhe ajudar.
- É, é, o, o, endereço é, é, na rua 35, City.
- Fique aí onde você está, já estou enviando viaturas agora mesmo.
P.O.V
- O assassino sumiu do mapa, não deu mais nenhum sinal – Diz Sheron.
- Possa ser que ele não tenha gostado de termos procurado a mídia para alertar as jovens, por serem alvo dele.
- Tô achando muito estranho esse sumiço dele, ele só pode estar armando alguma coisa Andrew.
- As câmeras de segurança do teatro só mostraram o que já sabíamos, que ele era alto, ele sempre anda coberto, ele é muito cauteloso em não mostrar o seu rosto, que sempre está coberto por uma máscara preta, com uma blusa longa e gola comprida, não conseguimos ver suas mãos por conta da luva que ele usa, por isso não tinham digitais em nenhuma das cenas dos crimes.
Andrew estava em casa quando seu celular toca.
Ligação on.
Comandante Adam: Andrew preciso de você agora
Andrew: Aconteceu alguma coisa?
Comandante Adam: Teatro Atlantic
Andrew: Droga de novo.
Ligação off.
Andrew ainda estava se vestindo, e coloca sua roupa mais que depressa e sai correndo de casa. Pega seu carro, e acelera até o local, a caminho ele liga para Sharon.
Ligação On.
Andrew: Sharon, se arruma agora.
Sharon: porque? Você sabe que horas são? Ta de brincadeira? Porque está me acordando?
Andrew: vai para o Teatro Atlantic agora.
Sharon: O que?
Andrew: isso mesmo que você ouviu.
Ligação off.
Andrew vai para o teatro o mais rápido possível, e assim que chega, sai correndo e segue um dos policiais até o local onde a vítima estava, ele olha para ela deitada nua com as outras vítimas, havia uma poça de sangue embaixo dela.
Ele havia deixado um recado.
- Adoro deixar minhas vítimas assim :)
Repugnância.
- Eu quero esse lugar de cabeça para baixo revirado, e não quero saber que nenhum funcionário que estava aqui nesse local venha dizer que não ouviu nada – porque isso é impossível - grita Andrew.
Ele já estava sem paciência naquele dia, como pode uma pessoa entrar com um corpo sem ser vista, só se fosse um pessoas invisível o que ele não é.
- Calma Andrew ninguém tem culpa e você sabe que esse psicopata sabe o que está fazendo sem deixar rastro algum – Diz o comandante Adam.
- Sim eu posso até concordar, mas como pode uma pessoa entrar assim sem ser visto nas câmeras, mais de 10 vítimas ele já fez e agora ele está as trazendo para dentro do teatro? – Diz Andrew irritado.
- Não vai resolver nada você ficar assim nesse estado, nervoso e você sabe muito bem disso – Diz Adam encarando-o com as mãos na cintura.
- Acontece que não temos ainda nenhum suspeito, não temos pistas, não sabemos de nada dele. – diz Andrew ainda irritado.
- Estamos fazendo o possível – Diz Adam.
Andrew pede todas as pessoas no teatro presente na delegacia.
Sharon chega e percebe que Andrew estava estressado. Ele sai sem falar nada com ela, e vai para delegacia, esperar todos para serem interrogados.
- O que aconteceu? Pergunta Sharon para o comandante Adam.
- Andrew simplesmente perdeu a cabeça.
Nome da vítima: Samanta Miller
Idade: 20 anos
Altura: 1,60
Pai: desconhecido
Mãe: Olivia Miller
Sharon vai para a delegacia para ajudar Andrew a interrogar as pessoas e Charles fica no teatro para ver se conseguia alguma informação.
Eles começam o interrogatório com os amigos e descobrem que ela foi vista pela última vez no Dinner Café com um amigo, Anthony Wilson, ele apontava ser o único suspeito e foi chamado.
A mãe de Samanta foi chamada para depor e quando ela entrou e deram a notícia ela passou m*l, Andrew a socorre e tenta acalma-la, Sharon vai pegar um copo de água.
- Sr. Miller? Ele a chama.
Sharon lhe dá um copo de água, e resolvem chamar uma ambulância, pois ela estava pálida, muito nervosa, histérica, ela não parava de gritar, chamando pela Amanda, não queria acreditar que sua filha teria sido vítima do W.H.
Anthony Wilson chega no momento e Andrew o manda entrar.
- Onde você estava ontem à noite? Entre 22 e 11hs? Pergunta Andrew.
- Em casa – ele responde.
- Ah, é? E alguém pode confirmar isso?
- Sim, minha mãe e minha namorada
- Você conhece alguma Amanda Miller?