Capítulo 11

1078 Palavras
Sharon vai até o departamento e encontra o agente do FBI Charles e o cumprimenta. - A quanto tempo Charles – diz ela o abraçando. - Sharon, mais linda como sempre. - O que faz por aqui? - Fui chamado para o caso W.H. Andrew fica olhando-os de longe e percebe que Sharon o conhecia. - Mais já estava de saída, depois nos vemos – Charles tocando no seu ombro- Foi um prazer vê-la de novo Sharon. Quando a detetive Sharon caminha até a sala de Andrew, ela percebe que o semblante dele não está nada bom. - Conhece o agente Charles? Pergunta Andrew franzindo a testa. - Sim, somos grandes amigos. Você já o conheceu? - Sim, mas não é uma boa hora de falar disso, então tem alguma novidade? - Sim, o nome da vítima é Melanie e ela foi vista pela última vez com suas amigas no Dinner Café, elas comeram e foram casa uma para sua casa, Melanie morava mais longe e uma de suas amigas Bety a acompanhou até a parada ônibus por voltas das 22:00hs, ela subiu e não foi mais vista. - Interrogaram o motorista? Pergunta Andrew - Sim, ele se lembrou dela porque foi a única passageira que desceu na rua Lest 25, e vieram conversando, ela desceu do ônibus por volta das 22:40, e foi caminhando até a sua casa, ele ficou olhando pelo retrovisor e percebeu que parou um carro preto, e que ela entrou no carro. - Ele anotou a placa? Pergunta Andrew. - Ele não anotou Andrew, ele achou que fosse algum namorado, não deu tanta importância assim. Nome da Vítima: Melanie Fish Carter Nome do Pai: Piter Carter Nome da mãe: Anne Fish Hora do desaparecimento: 22:40 Namorado: nenhum - Isso é o que temos no momento? Pergunta Andrew. - Por enquanto sim, estou aguardando o relatório da perícia. Ah e o próprio W.H quem ligou tanto para emergência como para os repórteres. - Como pode ter certeza que poderia ter sido ele? - A mesma voz Andrew, ele tentou disfarçar. - Ele está apenas jogando e é aí que vamos pegá-lo. Como posso saber? Pergunta Sharon. - Jogando o mesmo jogo dele. - Ainda não temos pistas que nos levam a ele, e já pedimos que as jovens tenham cuidado ao sair de casa, que sejam mais atentas com quem falam na rua – diz Sharon. - Sim está certo. Temos que ir lá fora agora Andrew está cheio de repórteres e eles não vão nos deixar em paz se não pronunciarmos alguma coisa. Eles caminham até a saída da delegacia. - Detetive Andrew, já tem alguma pista do serial killer que está atacando as moças da cidade? Pergunta um dos repórteres. - Detetive é verdade mesmo que tem um serial a solta? Outra repórter pergunta. - Ouçam todos, ainda não temos pistas que nos levem a ele, sim temos um serial killer a solta, e pedimos a todos que tenham cuidado, é só isso que vou falar no momento, agora por favor se retirem da porta da delegacia – Diz Andrew seriamente. - Então não há pistas, e nem evidência que aponte alguém? Como viver numa cidade com um serial killer a solta? Alguns repórteres disseram. - Eu acabei de falar que ainda não temos, não posso dizer quem é o culpado e nem reconhecer, pois não tenho habilidade de saber reconhecer um psicopata – Diz Andrew saindo e indo em direção ao seu carro.             Sharon vai até o necrotério saber para saber se o que tem de informação da jovem Melanie. Ela pega o relatório e começa a ler. - Asfixia? Pergunta ele olhando para Jack e Piter. - Aparentemente, as facadas foram dadas depois da sua morte. Acredito que ele queria deixar a cena do crime mais emocionante, ele a mutilou aleatoriamente e nas partes que não a iriam matar, se não fosse pela perda de sangue. Está vendo? Na perna, na cocha, no braço, no canto esquerdo da barriga – Diz Jack apontando para cada ponto citado. - Se ele quisesse matá-la teria atingindo o pescoço, ou perto o peito para atingir o coração – Diz Piter. - Estamos lidando com um psicopata – Diz Sharon - Ele a mutilou morta, tem que ter muito sangue frio para fazer isso com uma pessoa já morta – Diz Piter, olhando para vítima – psicopatas dão muito trabalho – ele sorrir. - Obrigada pelo trabalho de vocês – diz Sharon. - Assim que eu tiver mais informação eu aviso – Diz Jack. Sharon sai e vai para seu carro e fica um tempo sentada pensando em quem poderia ser, ela já sabia que era alguém que a conhecia muito bem, mais quem? Ela não consegue se lembrar de ninguém que ela conheça que possa está fazendo isso. Era como se ele tivesse punindo suas vítimas e a sangue frio, ele estava querendo chamar a sua atenção, mas para que? Porque punir pessoas inocentes assim? O que estaria levando-o a fazer isso? Ela liga o carro e vai até o departamento falar com Andrew que já estava lá. Ela passa todo relatório da perícia para ele, o qual fica olhando minunciosamente, enquanto está lendo ele percebe que Sharon parecia estar em transe. - Sharon? Sharon? Sim? Ela fica olhando para ele. - Está tudo bem? Pergunta ele preocupado. - Sim, digo não, eu não ei Andrew o que está levando esse assassino a fazer isso, eu preciso entender, mas antes eu tenho duas coisas para te falar. - O que? - Logo de manhã antes de sair de casa tinha um envelope na minha porta era dele do W.H, ele fez questão de colocar suas inicias no envelope, e ele escreveu uma mensagem, na verdade estava tudo digitado, ele escreveu dizendo que quer que eu prove que sou capaz de pegá-lo – ela fala mostrando a carta para Andrew que estava dentro do envelope. - E porque você não me falou isso antes? - Eu não sei, ele está me desafiando. - Pensei que você fosse melhor do que eu pensava – era o que estava escrito no final da mensagem. - Vamos pegar esse psicopata, agora você tem que tomar cuidado Sharon, agora sabemos que você é o alvo dele, e isso não pode sair daqui entendeu? - Sim Andrew, e o que vamos fazer, ele está cada vez mais ardiloso. - Uma hora ele vai cometer um erro e o pegamos.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR