Nove meses depois, dezembro...

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Nove meses depois, dezembro... Sarah O sol de dezembro banha a fazenda com a sua luz suave, um brilho dourado que reflete na vegetação ao redor, dando a impressão de paz e tranquilidade. Mas por mais que o cenário pareça sereno, dentro de mim, há uma tempestade. Pedro. Ele é a sombra que me acompanha, o fantasma que se recusa a ir embora. E, apesar de todos os meus esforços para seguir em frente, sua ausência é como uma ferida aberta que não cicatriza, que arde a cada lembrança, a cada pensamento que escapa ao meu controle. Tento manter-me firme diante da minha família. Eu sorrio, brinco, participo das conversas, mas tudo parece uma máscara. Por dentro, estou a desmoronar. O coração que um dia se encheu de amor agora está dilacerado, carregando o peso de uma saudade que me sufoca. Estar

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