Bom me tornei um homem muito bonito, malho todos os dias e me dou bem com todos na comunidade, todos me veem como um homem de respeito afinal de contas eu virei doutor.
Quanto ao pessoal da faculdade não é que eu arrumei uma equipe, somos em torno de dez. Os homens se amarraram na ideia de virar bandido eram todos os filhos de família rica.
Claro que para toda associação dá certo é preciso ter regras e na minha não era diferente.
Primeira regra: ●Você não pode usar a mercadoria.
Segunda regra: ●Você não pode se envolver com mulher casada e nem com as putas da comunidade é problema.
Terceira regra: ●Não há perdão para traição.
Quarta regra: ● Nada de roubar mulher, quer a mulher conquiste-a!
Quinta regra: ●Respeite a hierarquia da comunidade.
Sexta regra: ●Nada de acobertar safadeza de parceiro traiu a família entrega para o julgamento do crime.
Eram seis regras simples, mas muito valiosas para mim. Tinham que ser seguida, o homem sabia, o rapaz que chegava em mim sabia que se não cumprisse a minha regra ele estava morto.
Não tinha conversa, acho até que quando meus pais morreram eles levaram meu coração com eles, eu não sentia nada por ninguém.
Conquistava as mulheres, usava-as e tchau bebê, não tinha repeteco! Era sem conversa, se ficasse de muita onda, elas sabiam, elas sempre sabiam, então nem tentavam.
Bom, eu comecei a montar o meu esquema. Os homens estavam todos empolgado, investiram dinheiro para c*****o!
Daí, eu peguei e concluí a faculdade, criei uma empresa, era uma empresa fachada tinha negócios lícitos e muitos negócios ilícitos. E os meus clientes sabiam que não estava lidando com uma empresa 100% honesta.
Eles desconfiavam, mas não tinha como provar nada, então assim seguimos.
Os homens tinham um faro.Todos sabiam quem poderia puxar para o lado ilício e de quem não podia. Estava funcionando o que era uma beleza, vou te dizer um negócio. Os negócios se expandiram, drogas armas.
Hoje a emoresa tem uma filial fora do país, cara aquilo estava me subindo a cabeça, mas eu puxei o frei, dei uma parada para respirar porque o que eu queria mesmo e não saia da minha cabeça, era algo conhecido.
O meu pai tinha tipo assim implantado em mim essa ideia, eu queria ser o Dono do Morro do sossego.
Aquela p***a era minha! Bom eu não vou entrar em por menores, mas eu sabia que uma hora ou outra, eu ia ter que apagar o meu gerente.
Ele não sabia disso é claro! Ele achava que eu era o gerente dele, na verdade ele era o meu gerente.
E toda rapaziada estava comigo nisso. Eles já sabiam disso, eu os contratei falando que eu era o dono e o homem estava pensando que o dono era ele. E eu falei para deixar como estava, porque na hora certa eu ia pegar ele.
Bom sabe como é que é né bandido é bandido não tem jeito, eu tinha uma inclinação para o crime, não é porque eu fui fazer uma faculdadezinha que eu mudei de opinião.
O esquema estava todo armado ele ia morrer igual o meu avô morreu, porque a morte do meu avô não desce na minha garganta. Por que que os seguranças dele não fizeram nada?
Não morreu nenhum segurança só o meu avô morreu cara aquilo foi armado e armado por alguém de dentro.
O cara não ia ser pego fácil assim no asfalto, não mesmo, então eu tinha um plano para pegar o gerente não podia tê-lo mais ao meu lado.
O negócio cresceu demais se expandiu demais era hora de botar o fim nessa história e eu tinha que botar o plano em prática.
Eu tinha que tirar o homem do morro de qualquer jeito, o homem estava intocado não saía para nada, p***a parece até que ele sabia que estava na hora da morte dele.
Então eu marquei um negócio lícito, ele não ia desconfiar se fosse para comprar armas ou drogas. Ele ficaria escondido, ele não ia sair, ele ia me mandar resolver. Mais para a empresa com negócios lícitos ele sairia.
Os sócios que não têm nada a esconder que não deveriam nada a ninguém os ficha limpa aí sim ele iria, ele sempre ia.
E era aí que eu ia pegar ele, o marquei na sede da empresa principal como andava todo esquema e ele foi.
O homem foi e claro quem estava fazendo a segurança dele era os meus parça e quando acabou a reunião ele se sentindo o todo poderoso saiu.
E quando saiu, cara era bonito de se ver. Ele entrou no carro não tinha ninguém com ele, quando ele pensou que ia sair o carro explodiu na frente da sede da empresa.
Claro eu não ia fazer por menos não sobrou nada do boneco nada, mas e eu tinha certeza que ele estava morto, porque o carro foi travado quando ele entrou.
E eu estava lá para ver, não ia dar mole né, claro eu ia assumir os negócios todos, quem é que ia se meter comigo no morro.
Eu era respeitado por todos e acho que o pessoal já até esperava por isso, era o sangue falando mais alto.
A vingança vinha e claro que a galera que fechou com ele na morte do meu avô mandei passar geral, limpei a casa e agora eu sou o dono do Morro.