7

3774 Palavras
Pov Alice Cabello Jauregui — Red light, yellow light, green light, switch! ? — Luna cantarolava. Me apaixonar por Billy foi a coisa mais fácil que fiz durante toda minha vida. Quando temos nosso primeiro amor, imaginamos que eles virão montados em um cavalo branco, com uma espada no cós banhada à prata, uma capa e uma coroa na cabeça. — This is 'bout that time you recognize that i'm that b***h ? Eu tinha essa imagem devido as histórias que minhas mães me contavam antes de dormir, então eu fui crescendo e entendi que amar alguém iria muito além do que eu poderia explicar. Quero dizer, amar alguém não é só sentir, é demonstrar, é desejar, é.. amar! Não é apenas sentir as pernas bambas, coração descontrolado dentro do peito, borboletas no estômago. Amar alguém é saber que até o pior dos defeitos se torna qualidade. É saber que até por um sorriso eu moveria montanhas para que Billy soubesse o quanto eu o amava. Bastava ele sorrir para me desestruturar toda. — Você só fala em macho! — Luna disse do meu lado. Acabei me assustando e olhei para minha melhor amiga abusada que estava esparramada na minha cama. — O quê? — Perguntei por algum motivo. Às vezes Luna tinha uma mente que nem eu mesma conseguia entender. Exceto tia Dinah. Elas eram idênticas! — Desde que você deu o primeiro beijo. É Billy pra cá, Billy pra lá. Billy faz isso, Billy faz aquilo. — Ela meteu a mão na minha pipoca e colocou tudinho na boca de uma vez só. Uma nojeira. Fiz careta esperando ela terminar de mastigar pra poder continuar. — Você não cansa? Pisquei algumas vezes e olhei para o lugar onde minhas poucas pipocas estavam antes. Vó Clara teria que fazer mais. ? — Você fala isso porque ainda não teve seu primeiro beijo. — Disse depois de um tempo percebendo que minhas pipocas não voltariam. — Quando você chegar nessa parte da vida entenderá muitas coisas. Ela deu de ombros me roubando mais pipoca, naquela altura da vida eu já deveria estar acostumada com seus abusos, da mesma forma que minha família estava. — Eu ainda tento entender como suas mães ainda continuam da mesma forma que eu as conheci. — Eu revirei os olhos, Luna não cansava daquele assunto, nunca. — Não adianta você revirar os olhos. É só ver as fotos da sua infância e até às que tiramos quando nos conhecemos. É a mesma coisa, até Vô Mike continua a mesma coisa. Isso é muito mais importante do que primeiros beijos. Bufei. — Moramos em um lugar que faz 5 dias de sol no ano. — Mostrei a quantidade de dedos da minha mão pra que ela entendesse. — C-I-N-C-O dias! Você quer o que? No mínimo a pele tem que conservar mesmo nesse frio da p***a que temos aqui. — Você nunca pareceu reclamar do frio. Vivia dizendo que quando morava na p**a que pariu, o calor era demais, isso e aquilo. — Ela se acomodou sobre minhas pernas e me abraçou. — Nunca reclamou daqui. — Eu não estou reclamando, Luh. — Puxei o corpo magro para perto do meu, ela tinha um calor aconchegante. — Eu jamais irei reclamar de ter conhecido você. — Acho bom mesmo. — Ela disse e eu senti um arrepio percorrer meu corpo porque sua boca estava próxima demais do meu pescoço. — Então pare de falar sobre Billy e suas habilidades labiais. É nojento! – Acabei rindo. — Isso tudo é ciúmes? — Provoquei. — Ciúmes de quem? Do Billy? — Concordei com um som anasalado. — Que horror, Deus é pai e não padrasto! — As vezes acho que você é gay. — Expliquei. — Eu não sei o que eu sou, porém seja de qualquer forma. Com homem ou mulher, espero que eu transe muito. — Acabei gargalhando. — Agora é sério... Acho que minha sexualidade vai muito além desses rótulos que estamos acostumados a ver por onde andamos. Quero dizer, eu gosto das duas coisas e me sinto bem dessa forma. Acho que gostar tanto de rola quando de b****a faz com que meu cardápio seja mais extenso? — Acabei rindo mais e ela também. — Quando eu amar alguém, quero ter esse amor de volta, Alie. Quero que alguém me ame da mesma forma que suas mães se amam... Como se uma completasse à outra, sem palavras entende? Apenas o olhar já ser o suficiente! Basta passar poucos segundos perto delas​ pra sentir isso. Eu fiquei pensando sobre as suas palavras. Luna era uma s****a, mas nunca nem se quer tinha dado o primeiro beijo e ela se sentia tão bem dessa forma que eu chegava à invejar isso. Ela jamais ficava triste ou nem se quer reclamava da vida, mesmo a mesma sendo uma v***a com minha amiga. Ela sempre estava ali, pronta pra te amparar quando você mais precisasse, talvez fosse por isso que minhas mães não implicavam com ela. — Nós iremos t*****r! — Eu disse de uma vez. Eu tentava não pensar muito sobre aquilo. Principalmente porque sempre mãe Lo ficava apreensiva ou agressiva. Principalmente depois que descobriu que eu tinha me apaixonado por alguém e que nós tínhamos trocado saliva - como ela mesma havia dito -. De alguma maneira, era como se ela soubesse sempre o que eu estava pensando. E nem mãe Camz conseguia controlar isso. Era assustador pensar nessa possibilidade! Senti Luna tremer nos meus braços. — Acho que estou com sono demais para compreender o que você disse. — Ela falou depois de um tempo em silêncio. — Por favor, Alie. Diz que o sono está afetando meus neurônios! Eu respirei fundo. Sabia que seria complicado falar sobre aquilo. Até porque Luna odiava Billy. Dizia que ele era um grosso, arrogante, e******o e não confiável. Que não merecia que eu dissesse que o amava, que não merecia nada vindo de mim. Porém, eu sabia que ela vivia com ciúmes. Acho que era medo de me perder, eu sempre deixava claro que isso jamais iria acontecer. — Porque essa pressa toda? — Ela disse depois que eu fiquei em silêncio. Meu silêncio era assustador para ela. — Não acho que pra essas coisas deva ter um tempo certo... — Comecei a olhar para qualquer lugar do meu quarto. — Quer dizer, quando você ama alguém tudo o que você quer é ficar por perto. É fazer com que essa pessoa te pertença... Não como um objeto, jamais terei um amor desse tipo mas se entregar de corpo e alma faz parte. — Você é gay demais as vezes, Alice. — Luna se levantou e me encarou. Nossos rostos estavam muito próximos, qualquer um que nos vissem ali e não soubessem sobre nossos sentimentos diriam que nós iríamos nos beijar. — Acho que é a convivência com sua família! — Ela riu, mas dessa vez eu fiquei séria. — Ao menos eu tenho uma família... — Eu disse do nada. Novamente, senti Luna estremecer sobre mim e então, logo se afastou. Só que foi de uma maneira tão rápida que eu acabei me assustando. Só então eu me toquei do que havia falado. — Luna... Eu... — Certo. — Ela disse olhando em sua volta. — Fique com sua família e Billy. — Encontrou seu casaco e correu até ele. Eu me levantei com tudo nem me importando se estava apenas de blusão e calcinha. Eu não podia deixar que ela fosse embora. — Transe com ele. Oh, aliás... Façam amor, não é isso que pessoas apaixonadas fazem quando se amam? Ou posso estar errada porque não tenho uma família e nunca tive alguém que me amasse... — Ela abriu a porta do meu quarto e saiu, eu fui atrás. — Luna, me desculpa... Eu não queria falar aquilo! — Ela já descia as escadas. — Mas você disse, Alice. Você jogou na minha cara que eu não tenho uma família! — Ela parou do nada e fez com que nossos corpos se chocasse. Eu achei que iríamos cair, mas para uma magricela Luna era bastante forte e me segurou. — Você está fazendo a mesma coisa que Billy fez! — Eu engoli em seco. — Isso não é verdade. — Me defendi. — Billy é um ótimo garoto, você que exagera as vezes! — Novamente ela me afastou de mim. — Eu sou sua amiga há anos! — Eu sabia que ela começava a se irritar. — Você deveria confiar em mim. — Eu revirei os olhos. — Eu confio. Só que meu namorado não é essa pessoa que você tanto descreve. Ele é romântico e carinhoso. — Cruzei os braços sobre meu peito. — Ele me ama! — Ama tanto que vive transando com outras garotas no armário do zelador! — Ela disse amargurada. Eu senti uma coisa subindo no meu corpo, acho que era raiva. Avancei nela e comecei a estapear por todos os lugares que minha mão chegava. — Para, louca. Não aceita a verdade? Billy nem ao menos te pediu em namoro, Alie. AÍ! — aceitei um t**a em cheio na sua cara e ela deu uns passos para trás e me olhou incrédula. Eu estava tremendo. Estava assustada e com medo. Eu não acreditava no que tinha acabado de fazer com minha melhor amiga. — O que está acontecendo aqui? — Minha mãe Camila entrou na sala olhando agora para nós duas. Eu prendi a respiração e agradeci por mãe Lauren não estar ali. Eu teria sérios problemas. — Sua filha enlouqueceu! — Luna disse ainda com a mão no rosto, seu olhar era ameaçador demais para que eu pudesse desviar. Seus olhos verdes demonstravam toda a raiva que ela sentia e eu temia. — Alice? — Minha mãe chamou, mas eu não respondi. — Saia da minha casa! — Disse para Luna. — Você está mesmo fazendo isso? — Ela perguntou não acreditando nas minhas palavras. — Está trocando uma amizade de anos por um namoro que só existe na sua cabeça? — Eu estava muito irritada mesmo. Nem eu mesma estava acreditando que estava fazendo aquilo. — Saía daqui agora! — Eu engoli em seco e ela apenas concordou com a cabeça. — Me ligue quando ele quebrar seu coração. — Ela se virou de costas e caminhou em direção à porta da frente da minha casa. — Eu ainda serei sua melhor amiga e te perdôo por não acreditar em mim. E então ela se foi e me deixou ali. Com o coração doendo e despedaçada. Quando a porta se fechou minha primeira reação foi me sentar no primeiro degrau da escada e chorar de forma compulsiva. Eu não queria acreditar naquelas palavras, Luna estava apenas me fazendo terminar com Billy, mas eu o amava demais para ter que fazer aquilo. Eu não podia permitir isso. Rapidamente minha mãe estava do meu lado me abraçando. — Vai me dizer agora o que aconteceu? — Eu neguei com a cabeça e ela suspirou. — Não me faça arrancar de você essa informação a força. Eu sabia que ela seria capaz. — Eu acabei falando coisas que não deveria para Luna. Ela ficou com raiva e começou a dizer várias mentiras sobre Billy tentando me afastar dele, mas ela não vai conseguir, mãe. Eu o amo. — Comecei a explicar tudo. — Ela não entende, mãe. Ela não entende porque não sabe o que é o amor! — Filha, o amor não é simplesmente uma coisa que você descreve dessa forma. O amor é algo à mais, você errou quando disse sobre ela não ter uma família. Ela tem uma família. Nós somos essa família, Lauren ama aquela pirralha como se ela fosse sua própria filha. Por mais levada que ela seja, faz parte da nossa família e não será um garoto que irá mudar isso, Alice. — Minha mãe limpava minhas lágrima. — Agora suba para o seu quarto. Você está de castigo por um mês, sairá apenas de casa para a escola e pronto. — O quê? Porquê? — Perguntei alarmada. — Porque você foi grosseira, rude e uma b****a com Luna. Você também a machucou tanto com palavras quanto ações. Agora suba para o seu quarto que eu irei levar seu jantar. Eu não disse mais nada. Sabia que tentar me defender era pior e apenas saí dali indo para onde ela havia mandado. Foi lá que fiquei pelo resto daquela noite pensando na burrada que eu tinha feito. Olhei para minha grande janela e vi que nevava, me perguntei onde Luna estava ou se ela estava bem. Não queria acreditar que aquele drogado i****a à tinha deixado para o lado de fora. Quando conheci a garota morena de olhos verdes, ela vivia entre idas e vindas ao orfanato daquela minúscula cidade. Eu só fui saber da existência do mesmo quando meus avós foram chamados para uma festa local dos colaboradores e Luna estava lá como a mais velha e para agradecer as doações que mantinham àquele lugar. Seu tutor nada mais era que um tio alcoólatra que escolhia os dias para ter ela por perto, na maior parte desse tempo era apenas para que ela pudesse ser algum tipo de escrava que ele precisava. Até então, ele nunca havia tocado nela de forma maliciosa, ao menos Luna nunca contou sobre isso... Acabei adormecendo depois de chorar com a dúvida se minha amiga estava bem ou não. Na manhã seguinte quando desci para o café da manhã, mãe Lauren estava sentada na ponta da mesa. Aquilo seria normal de seus olhos verdes parecidos aos de Luna não me fitassem de uma forma que fazia com que minhas pernas ficassem bambas. Eu logo soube que estava encrencada. — Você está mesmo! — Ela disse e eu engoli em seco. Como ela sabia que eu estava pensando naquilo? — Isso aí, Camila. — Mãe Camz sentou do lado de Mãe Lo e as duas ficaram se olhando por um tempo, então me toquei de que Lauren não estava lendo meus pensamentos, ela estava respondendo Camila. Enfim, pude respirar aliviada. Seria h******l se ela soubesse dos meus planos. Então, novamente seus olhos me fitavam de maneira intensa. Nossa. — Bom dia, mães! — Fui até Camila e Beijei sua bochecha, fiz a mesma coisa com Lauren. — Precisamos conversar! — Lo decretou logo apontando de volta para o meu lugar na mesa. — O que você fez foi muito errado. Você não tinha o direito de falar aquelas coisas para Luna e muito menos agredir à garota daquela forma. Ao que eu me lembre, ela é sua única amiga aqui e está do seu lado desde sempre e só pra te lembrar. Luna foi quem ficou no hospital com você quando você ficou internada mesmo não sendo necessário. Ela estava lá segurando sua mão quando você precisou... — De acordo que minha mãe dizia as diversas situações que Luna e eu passamos, eu me sentia cada vez pior. — ... Então você irá atrás dela e vai pedir desculpas! Eu olhei assustada. — Quer que eu vá no... — Engoli em seco. — Mãe Camz disse que aquele lado da cidade é perigoso. — À lembrei, mesmo sabendo que era quase impossível dela esquecer. — Aquilo lá é cheio de... — Não interessa, Alice! — Mãe Lo nunca me chamava de Alice. — Apenas irá lá na saída da escola e fará o que estou ordenando! — Mãe Camz disse que eu tenho que vir direto pra casa depois da escola. — Argumentei. Eu odiava ir no lugar onde Luna morava, era... Aterrorizante! — Tenho certeza de que Camz não irá se importar, não é mesmo meu amor?— Então, vi os olhos da minha mãe brilhar ao olharem para minha outra mãe. Aquilo era amor! Me lembrei de Luna. — Não mesmo, apenas tome cuidado e qualquer coisa nos ligue que em segundos estaremos lá. — Camz disse com uma certeza que eu jamais ousaria desconfiar. — Tudo bem. — Disse comendo meu café rezando para que tudo desse certo é que Luna aparecesse na escola naquela manhã. Me pouparia de ter que ir até o orfanato. ... E ela não foi. Notei assim que esperei que ela chegasse e tomasse sua carteira ao lado da minha, mas isso não aconteceu. Tudo o que eu tinha planejado na cabeça sumiu quando eu vi o sorriso mais lindo que existia no mundo. Billy estava à poucos metros de mim me encarando como se eu fosse o ser mais atraente que havia naquela escola. Cheguei mais perto e fui recebida pelos seus longos braços. — Planos pra mais tarde? — ele perguntou. Neguei com a cabeça. — Nada demais, apenas preciso ir atrás de... — Que bom então, lembra do que conversamos? — ele me interrompeu. Eu apenas concordei com a cabeça. — Estou com a casa livre agora, meus pais estão no trabalho. Podemos m***r as últimas aulas e depois eu prometo que te deixo na sua casa. Ele sorriu novamente. Eu percebi mais uma vez que ele tinha um sorriso lindo. — Podemos ir agora? — Perguntei apressada. Ele riu e apenas me puxou pelas mãos rumo à saída da escola. Tentei não me importar com os olhares que eu recebia dos outros alunos e até mesmo de algumas alunas invejosas. Entramos rapidamente no carro dele e saímos o mais rápido dali. Billy até tentou puxar algum assunto, mas ele viu que eu estava nervosa demais então seu único papel foi me manter tranquila e calma. Eu não sei explicar exatamente o que aconteceu depois daquilo, tudo parece ter sido como um borrão na minha mente. Nós chegamos na casa dele, eu disse o quanto ela era linda, mesmo sabendo que a casa da minha avó parecia uma palácio comparada aquela. Eu sabia que a família de Billy tinha dinheiro assim como ele sabia sobre a minha, mas nunca soube dizer o quanto. Dava pra notar isso pelos carros luxuosos que mãe Camz fazia questão de exibir pela cidade. Sempre me perguntei como ela conseguia carros que nem estavam à venda ainda. Continuando.. Depois ele me levou para conhecer a casa. E me disse que era filho único e seus planos para o futuro. Não me deixou que falasse sobre os meus planos para o futuro, apenas disse que queria que fosse ao lado dele, meu coração se derreteu, assim como o meu cérebro. Por último fomos até seu quarto e meu queixo caiu ao chão ao ver a cama toda arrumada. Sempre achei que ele fosse do tipo bagunceiro por causa do estilo, mas estava enganada. E então, tudo pareceu ser apressado demais. Ele me beijou e suas mãos trilharam caminhos para o meu corpo, caminhos esses que nem eu mesma havia ousado tocar, porém não me importei. Apenas "segui o fluxo" da forma que sempre Luna me mandava fazer. Logo depois, duas mãos puxaram minha blusa de frio para longe do meu corpo e eu senti meu rosto esquentar. Ele disse algo sobre eu ser linda e tirou sua camisa, senti minha boca secar ao ver os gominhos ali. Não sei como fomos parar na cama, apenas eu deitada e ele entre minhas pernas, houve uns toques e nada mais, eu do nada estava sem calcinha e muito envergonhada quando ele tentava à todos os custos de embrenhar em mim. Eu gemi de dor, confesso, aquilo era h******l. Me perguntei como minhas mães fazia aquilo e gostavam. Eu quase desisti da ideia quando pensei nas minhas mães. Elas me matariam. É por fim, eu quase ajoelhei e agradeci quando eu senti que ele tinha ido completamente. Ele fechou os olhos e disse que era gostosa a maneira que eu era quente, apertada e muito gostosa. Eu deveria achar que isso era legal, né? Mas eu ainda me sentia incomodada com aquela invasão desnecessária. Porém, eu m*l esperava que o pior estava por vir. Billy se acomodou em forma que pareceu bruta sobre mim e começou a investir pesado. Eu ainda não sentia prazer. Tinha total certeza de que se eu contasse sobre carneirinhos ou cantasse qualquer música que meu cérebro fosse capaz de lembrar, eu ainda sim, sentiria mais prazer do que aquilo. Cheguei a conclusão de que talvez eu não estivesse pronta para aquele primeiro passo. Porém, novamente​, era tarde demais para arrependimentos. E mais uma vez, em menos de 24 horas, eu tinha feito m***a. Dessa vez desculpas não trariam meu "selo" de volta. Revirei os olhos ao lembrar da frase que tia Mani sempre dizia: "Preserve esse selo, Lice. Jamais se entregue para alguém que você não ame." O problema é que eu amava Billy. Ele tinha um ótimo utensílio para o trabalho, acho que o problema em si estava comigo. Então, do nada ele deu um urro. Achei que fosse de dor até que ele saiu de forma apressada de dentro de mim e eu senti uma coisa quente espirrar na minha virilha. Achei aquilo muito nojento e ele se jogou no meu lado na cama. Nós ficamos em silêncio absorvendo tudo o que tinha acabado de acontecer ali. Ele então, pareceu estar recuperado e tentei me esforçar para entender o motivo de eu não estar tão da mesma forma que ele. Ele disse que foi bom. Que foi a primeira vez mais incrível. Então eu me toquei de que para uma primeira vez, ele parecia ser experiente demais. Dei de ombros, parecia ser algo da minha cabeça. Então perguntei onde era o banheiro e ele me indicou e disse que eu poderia usar toalhas que estavam em baixo da pia. Eu praticamente corri até o banheiro e tomei um banho bastante relaxante. Quando voltei ele já estava impecável novamente, acho que tomou banho em outro banheiro. Quando eu estava finalmente pronta, o telefone dele tocou, mas ele não entendeu. Não entendi o motivo mais preferi ficar em silêncio. Ele me disse que era hora de ir embora, eu não fazia questão de permanecer ali, de qualquer forma. Quando entramos no carro dele, Billy​ colocou uma música qualquer no volume máximo e dirigiu por um outro lugar, eu estranhei mais ainda não disse nada. Mas meu coração parou quando eu vi uma garota pedalando de forma desordenada em uma bicicleta pelas ruas escorregadias de Forks. Eu achei que ela iria parar no final, mas ela veio com tudo e nesse tudo, Billy acabou batendo com o carro nela em cheio, foi o suficiente para arremessar a garota à quase 10 metros de distância. Billy ficou desesperado e tentou fugir. Eu gritei para que ele não o fizesse, até sai do carro, mais ele dizia diversas vezes que tinha matado alguém e foi aterrorizante até mesmo pra mim. Quando corri até a garota caída no chão, várias pessoas logo apareceram atrás de mim, porém eu vi a morte em segundos quando vi que à garota que estava caída no chão era familiar demais, mesmo com todo o sangue que saia do seu corpo. A garota que Billy havia machucado, era a minha garota. Luna estava ali e aparentemente, sem vida. Até logo... ?
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR