Capítulo 23: Vamos ficar em paz...

1010 Palavras
Chegando em São Paulo, sem aviso algum, Estêvão vai direto para o apartamento de Tamires. _ Quem você pensa que é para não atender minhas ligações? Ja partiu ora cima dela. A pegando pelo pescoço. _ Eu não sou obrigada a falar com você. Falou com muita dificuldade. A atirando no chão, colocou o pé no rosto dela e falou: _ Te dou 10 dias pra você convencer Oswaldo a me ajudar. Caso isso não aconteça, vou matar todos que você ama! E saiu bufando, enquanto, ela ficou no chão, chorando muito. Então, trêmula entrou em contato com o homem, que aceitou conversar com ela, em menos de 30 minutos, o motorista dele a levava pra mansão, a jovem contou que devia alguns favores ao juiz Magalhães, e que ele havia pedido que ela falasse com ele para rever a negativa de dias anteriores. Chorando muito, disse que precisava muito da ajuda dele. Indignado com a baixaria do agora ex colega, ele fez a ponte necessária de intervenção, facilitando em muito a situação que o outro necessitava. Tamires passou a tarde com ele, fizeram sexo, beberam e no final do dia retornou para seu apartamento. Estêvão Magalhães, a aguardava, pediu desculpas, por ter sido grosso, mas a jovem trazia consigo, uma forma de se livrar do calhorda. Deixou pra ela presente e dinheirinho, e foi embora. Exausta a jovem dorme do jeito que chegou. Fabiana e Renato, vendo que a morte de José Santos, não foi investigada, retornaram a cidade, reabriram a oficina, e para o espanto de todos, o carro que chegou para a manutenção foi o do delegado Leandro, o homem desconfiava que dupla, tinha envolvimento com o aumento das drogas locais. _ Senti falta da oficina de vocês. Estavam passeando? de férias? _ Não, minha mãe estava doente, e também comparecemos ao fórum por conta da tornozeleira. _ Entendo. _ Tá tudo ok, dr, com seu veículo. _ Obrigado. Dizendo isso, pagou pelo serviço, e desconfiadissimo, partiu. Gustavo, sabia que estava na hora de ir para a missa de um mês do falecimento de seu pai, estava abatido, pois seu pai sempre foi um grande companheiro. Helena, viajou várias vezes ao encontro dele, não tinha revelado o que descobriu entre a mãe e Jorge. Mas, já tinha motivos fortes para largar tudo,e ficar com o amor de sua vida! Durante a missa, várias figuras conhecidas passaram e cumprimentaram mãe e filho. Inclusive os Magalhães, Renato não conseguia nem pensar na hipótese de ser descoberto, quando, viu Gustavo, começou a chorar, se tinha um crime que se arrependia, foi ter participado da morte do pai do jovem amigo. Helena, vai para a casa de Gustavo, e leva Maria, os dois , estão a planejar como ficará a situação, Helena deixa claro, que nada e nem ninguém os separará. Edna continua brincando com Maria, ao chegar de surpresa, encontra o casal aos beijos, discreta, sai com o coração batendo forte. Lembranças passadas a machucam, teria que impedir esse amor de qualquer jeito. Helena vai embora, e a mãe dele percebe o quanto estão apaixonados, sabia que um dia teria que contar pro filho a verdade. Se retira pro quarto, onde pede a Deus forças para contar toda a verdade. Dr Osvaldo, atende o pedido de Estêvão Magalhães, onde um preso ligado ao um assassinato político, ganha habeas-corpus, mesmo contrariado o velho juiz, atende o favor. Porém, deixa bem claro que esse será o último, pois, não queria envolvimento no que é errado, ainda mais no fim de sua carreira. Estêvão lhe agradece, e assegura que ninguém ficará sabendo da mocinha que o admirado juiz comeu, em troca de favor. Do outro lado, Osvaldo fica muito irritado, ao desligar o telefone ainda, escuta o corrupto colega rindo alto. Gustavo esta no restaurante com sua mãe e o delegado Leandro, quando Jorge chega, o rapaz chama Gustavo a sua mesa. _ E aí amigo, como está sendo sentir o ar puro novamente? _ Jorge, não me chame de amigo, e se um dia fomos, você enterrou com suas mentiras, nunca fui amigo de covarde! _ Covardia é você da em cima da minha mulher? Falou o outro entre dentes. _ Sua mulher? Qual? Helena? Me poupe, sabemos muito bem que ela nunca se deitou com você e além do mais, sabemos bem a paternidade da " sua filha", e se você me dá licença terminarei minha janta com as pessoas que confio. Ao perceber que Gustavo se afastou, Jorge sussura: _Bastardo! É comigo que Helena está casada! E sua filha, me chama de pai e tem meu sobrenome... Na mesa, Edna pergunta: _ O que foi filho? Que expressão é essa? _ Nenhuma mãe, apenas pingos onde devem ter pingos. _ Gustavo, esse Jorge está na minha mira, é filho da minha prima, mas nunca gostei dele! Falou Leandro. Dias depois, Helena entra com o pedido de divórcio no litigioso, contrariado, Jorge a pega pelos braços, e grita, que jamais, irá se separar dela, que ela é tão vagabunda quanto sua mãe! Helena, o empurra, Jorge cai, ela pede pro segurança da casa por Jorge pra fora! Nesse momento, Estêvão e Susana chegam, Susana, abraça a filha, e diz a todos que se a filha é infeliz, o melhor será a separação. Estêvão olha, pra filha é diz que não é a favor de divórcio, mas se é isso que ela quer ótimo, não iria intervir. Jorge, olha pros sogros e diz, que não assinará e que ele sairá, mas que dará a eles o merecido. Jorge pega suas coisas e sai. Ciente que alem da vida de Helena, perderia o emprego. Chega na casa de sua mãe, com drogas e bebidas. O dr Guilherme, está olhando a correspondência e encontra uma carta, onde um anônimo afirma que a morte de Flávio foi cometida por Jorge e que em breve daria mais informações do caso. O homem, prefere esconder de Gustavo essa informação. Seria necessário, algo concreto, até porque, provar que Gustavo era inocente com um pedaço de papel era ridículo!
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