Capítulo 33: Insucesso

1070 Palavras
O carro sai da oficina de Renato vazio, dessa vez era o contrário, uma grande carga estava vindo, a saída desse carro foi só para despistar as pessoas curiosas, chegando ao destino programado, outro carro estufado de ilícitos é guinchado, só não contavam com uma blitz, na estrada, e a frente o delegado Leandro, ele não sabia, quem era o dono da carga, confiou numa informação, logo a PF, é acionada, os dois motoristas levados para interrogatório. O prefeito Jorge curtia sua lua de mel, com Nayara, pareciam apaixonados, as fotos explodiam nas redes sociais, ao mesmo tempo, que a imprensa nacional, destacava a grande operação, efetivada pela PF e a polícia do município de Pirauci. Renato estava extremamente raivoso, gritando com Fabiana, a discussão era muito alta, o que gerou um acúmulo de pessoas de frente a oficina. Logo acionaram a polícia e dois soldados apareceram, contendo os ânimos. Na capital, Tamires esta jantando com Ricardo Filho. _ Tamires, estou te acompanhando há vários dias, desisti de uma candidatura por você, e mesmo agora, você parece esta interpretado um personagem! _ Ricardo, eu sou atriz, é verdade, mas quem está aqui sou eu, caso contrário, não teria aceitado seu convite, simples assim... Os dois conversavam animadamente, quando um grupo de paparazzi, começou a tirar fotos dele. Em sua casa, sofrendo a maior depressão de sua vida, Teo, ver no site de fofocas que sua ex parceira, já estava em outra. O homem, joga o copo de bebidas na parede e grita: _ QUEM ESSA VAGABUNDA ACHA QUE É? Caindo no chão em lágrimas... Depois de uma semana, o prefeito e sua bela esposa voltam a cidade. A jovem vai diretamente para a casa de seu pai, chegando lá, encontra Edna. _ Olá, a senhora é a mãe de Gustavo? _ Sim, Nayara, meu menino, que está em São Paulo, depois de sofrer tanto, acusado de algo que não cometeu. _ Eu sei a história dele, ele ainda noiva com a filha de seu algoz. _ O amor é algo inexplicável, garanto que tudo que ele passou, não foi culpa da adorável Helena. _ A senhora está esperando meu pai? _ Sim, combinamos de almoçar, ele adora a comida que faço. Nesse momento, o homem chega e da de cara com as suas mulheres. _ Olá, querida, ja de volta da sua linda lua de mel. Sentindo que o pai estava sendo sacartisco a jovem rebate. _ Foi maravilhosa sim, vi para gente almoçar, mas vejo que o senhor não está sozinho, como sempre ficou... _ Edna? Ele sempre me acompanhou, quando seu falecido marido ainda vivia, muitas vezes nos reunimos, hoje, nós dois resolvemos está juntos, você é a primeira a saber, diremos a Gustavo, afinal, agora ele ganhou uma irmãzinha, outra coisa, você é mais que convidada para almoçar com a gente, não é amor? _ Com certeza, Nayara, espero que goste do que fiz, algo simples. A jovem deu um sorriso meia boca, quando convidada e junto com o pai foi para a cozinha, o cheiro da comida era excelente, ela não podia negar que sua madrasta cozinhava, muito bem, mais ainda assim, falaria pra ela, o que ela e a mãe sofreram nas mãos dele, afinal, todos temos podres a esconder, pensou a jovem. Estêvão Magalhães, está em audiência, oponente juiz, desconfiava da relação que Edna tinha, com o delegado. Após, concluir foi para sua casa, pela primeira vez se sentiu só, Susana, estava radicada no sítio, Helena, vivendo com o lixo do Gustavo, so lhe restava Tamires. Ao abrir, as redes, vê no site que a jovem deu prosseguimento à vida, com o filho do coronel Ricardo. Ao chegar no escritório, o homem recebe, uma caixa de doces, enviadas por Isadora, provavelmente, a raiva dela havia passado, como não gostava de doces, deixou para sua secretária. Renato, entra na prefeitura, e fala, que a grande carga esta na PF, os dois discutem feio, Nayara que retornava da casa de seu pai, é expulsa da sala dele na frente de todos, nem pareciam recém casados, a mulher chega em casa, e logo a empregada, lhe dá um copo com água. Ao chegar no escritório dos Magalhães, Eduarda ver uma linda cesta de doces, sem se controlar, pergunta ao juiz se pode pegar um, ele diz que sim, a jovem começa a comer, e logo é seguida passa m*l, levada as pressas para o hospital, os médicos dizem que ela foi envenenada, vendo a gravidade do ocorrido, o juiz vai a delegacia, levando os doces, enviados por Isadora, mesmo sendo prima do delegado, policiais vão ao restaurante que afirmam, que a mulher saiu, ouvindo o juiz, da-se a entender que a mulher cometeu tal ato por amor, ainda assim, o delegado manda fazer buscas, indo ao hospital, encontra Eduarda lúcida e fora de perigo. A jovem relata suas novas descobertas, entre as quais, que a morte de José Santos, não foi acidental. Em São Paulo, Helena chega no escritório da fábrica de Gustavo, quando todos saem, ela tira a roupa, e sobe em cima da mesa, enlouquecido, ele fecha a porta, e cai de boca na v****a dela, ela geme ao ser penetrada, depois de todo ato consumado, a mulher relata que precisava ir a cidade deles, para da apoio moral a sua mãe, visto que agora a mulher tomou coragem de por um final naquele absurdo. Chamado os sócios, Lúcio e Inácio, ele deixa claro, que quer abrir uma loja com a marca deles, no interior, os homens aceitam, até porque expansão também é um ótimo investimento. Dias depois... A audiência de divórcio se inicia, Helena, do lado de Gustavo, aguardavam Susana. A conciliadora, que era amiga do casal, começa a perguntar como ficaria a divisão de bens, nesse momento, escutam gritos exaltados do juiz, Helena, tenta se levantar, Gustavo a segura. Lá, dentro, o homem ver sua fortuna sendo dividida, chateado sai da sala, e nem olha pro lado. Com o rosto muito vermelho, Susana sai, seus direitos fora garantindo, agora, era só esperar pra ver, pois, tinha um inimigo muito poderoso, e ela sabia que ele poderia destruir a todos. Ao ver o estado da mãe, Helena, corre e a abraça, ela desaba nos braços da filha. Helena comprou uma casa na cidade, Edna estava lá com a neta, Susana vai com Gustavo, a mulher inventa algo e vai ate a casa do pai.
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