Aurélio A cena no galpão era nojenta, havia sangue e corpos espalhados pelo chão, alguns estavam faltando alguns membros. Em pé de frente aos corpos Aurélio observava com um sorriso no rosto, seu corpo estava coberto de sangue, mas ele não se importava, fez o que precisava fazer, aquilo não mudaria o que aquelas pessoas haviam feito, mas ele poderia descansar sabendo que havia feito justiça por seu tio que foi assassinado. _Mande os corpos para as famílias junto com todas as provas de seu envolvimento na morte de meu tio. - diz Aurélio a Bernardo. _Sim Don. Aurélio volta para casa pensativo, ele havia feito uma promessa a Emílio e iria cumprir, aquele lugar não lhe pertencia, e ele não tiraria o direito de nascença de seu primo, por mais que Emílio tivesse lhe dado muitos problemas ele

