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Marcos narrando Eu solto ela e a mesma cai no chão, eu me abaixo até ela e pego ela pelo pescoço. — Você vai se arrepender disso. — Você acha que essas pessoas vão te deixar viva? – ele pergunta – todas elas querem vingança por tudo que você fez com as filhas dela. — Marcos não faz isso, Marcos eu estou grávida – eu olho para ela e abro um sorriso – eu estou grávida. — Mentirosa, mais uma mentira sua para me convencer a te salvar, você não vai me manipular. — Eu não quero te manipular. — Você quer sim – ele fala – se por acaso você ficar viva, você sai daqui direto para o México – ela n**a — Por favor. — Eu não queria está na sua pele Lorena, eu não queria. — Eu estou grávida – ela fala me olhando – por favor, não deixe eles me fazerem m*l. — Cala boca sua vagabunda – ele fala – eu não acredito em você. – ele me solta com tudo no chão – está qui, a mulher que matou as filhas de vocês. Todos eles Lorena são pais das garotas que por algum motivo te irritou e você mandou matar. — Vagabunda – eu escuto uma mãe falar – você tirou a minha bebê de mim. — Marcos, por favor – ela fala – eu estou grávida. Eu saio para fora e vejo a Lorena tentar fugir mas os pés delas estão preso, era no total de uns 30 pais e mães. — Eles vão matar ela – Lk fala — Deixa que matem, ela não é mais problema meu – eu falo e entro dentro do carro – vamos esperar, eu quero ver o estado dela. — E a gravidez que ela diz? — Quer me manipular, ela só quer me manipular. LORENA NARRANDO — Marcos, não – eu falo vendo aqueles pais vindo para cima de mim, eu tentava agarrar a corda que me amarrava para tentar me soltar. — Vagabunda. — Sua ordinária, você vai morrer. — Você matou a minha filha. — Minha filha morreu por sua causa. — Vamos mata ela. — Não, por favor não, eu estou grávida. — Grande merda se você está grávida – eu escuto – você tirou nossas filhas de nós. Eles vem para cima de mim , uma me agarra pelo cabelo enquanto um começa a me chutar, eles começam arrancar as minhas roupas e um prende a minha mão, eu tentava defender meu rosto, minha barriga mas era quase impossível. — Vagabunda – eu sinto um soco em meu rosto — Segura essa v***a – uma começa a me bater com um pedaço de pau — Foi assim que matou a minha filha? – a outra fala — Para, por favor para – eu grito – por favor. — Corta o cabelo dessa v***a. — Não – eu falo gritando. Eles começam a cortar os meus cabelos, eles começam a me bater ainda mais, todos eles me chutavam, todos eles me xingavam, uma segura em meu queixo e me faz encarar ela. — A minha filha tinha 15 anos de idade, a noite que você a sequestrou , mandou sequestrar era, era a noite da festa dela de debutante e depois eu recebi a minha filha 3 anos depois esquartejada em um saco preto – ela fala me olhando e me dar um soco e eu caio por cima de uma mulher que me segura pelo pescoço me enforcando. — Para – eu tentava falar e me mexer o meu corpo. — A minha filha tinha passado na faculdade – o cara fala me encarando e chuta as minhas costelas – você a matou amarrando ela em um trilho de trem. – ele chuta o meu rosto e eu sinto uma dor enorme nele, começa a sair sangue pelo meu nariz e escorrer pela minha boca. — Vamos arrancar as unhas dela – uma mulher fala com um alicate. — Não, não não – eu grito — Foi assim que a minha filha foi encontrada, sem unha – a mulher grita – segurem ela e tampem a p***a da boca dela. Três me seguram forte, um segura meu rosto o outro tampa a minha boca, e outro coloca o peso sobre o meu corpo, eu tento gritar me debater mas era impossível, ela arrancava unha por unha das minhas mãos e forte, não tinha dó, eu tentava gritar, as lagrimas descia sobre o meu rosto, era uma dor horrível. — v***a – eu levo um chute nas costelas – as unhas do pé também, vamos deixar ela sem dna. Eu tento chutar a mulher mas dois se sentam sobre as minhas pernas, eu tento morder a pessoa que está segurando meu rosto e levo um soco na boca. — Vamos arrancar os dentes – a mulher que eu tentei morder fala — Não, não me soltem – eu falo mas era impossível tentar me soltar, eles estão me segurando por toda parte, eu sentia dor, uma dor forte por todo meu corpo. Minhas unhas sangravam, meu corpo estava dolorido. — Segurem a boca dela aberta – duas mãos se colocam dentro da minha boca e puxa ela, eu tento fechar mas pareciam está rasgando a minha pele – você tirou o dna todo da minha filha e ela tinha apenas 15 anos, o que foi ela não era virgem? O que foi que você matou ela? – eu n**o – você a matou. — Deixa que eu arranco pela nossa filha – um homem bem forte fala. — Seu monstro, sua diaba, você vai queimar no inferno. — Essa é a justiça que todas as garotas que você fez m*l, querem e precisavam, você ser torturada. — Terminem de arrancar o cabelo dela – eui sinto alguém puxando meu cabelo, ao mesmo tempo que ele coloca o alicate e puxa forte para arrancar o meu dente. Eu grito com a boca toda arregaçada pelas mãos daqueles homens, aquelas mulheres puxando o meu cabelo e arrancando ele todo e jogando sobre o meu corpo, o cara arrancando os meus dentes um por um, sinto gosto do sangue, a dor era imensa, eu não conseguia descrever a dor, as lagrimas desciam em meu rosto. Após ele arrancar os dentes ele joga os dentes sobre mim, eles me soltam me jogando no chão, eu não conseguia me mexer. Eles começam a me chutar a bater a minha cabeça contra o chão e cada vez eles batiam a minha cabeça no chão, eu apagava e voltava sentindo um chute ou um soco pelo meu corpo. A dor era horrível, eu estava me sentindo quebrada em milhões de pedaços. — Deixa ela sangrar até a morte – eu escuto — A vingança está feita. — Vagabunda. — Vadia — Monstro — Sua filha da p**a. — Vai queimar no inferno. — Nojenta. – sinto guspirem em mim, um dos homens urina na minha cara eeu vomito sangue e quase me engasgo com meu vomito. Os homens começam urinar em mim e eu vou apagando e voltando. A dor do meu corpo era horrível, eu acredito que era a mesma coisa a ser querimada viva, ter todos os ossos quebrados, ter um caminhão passando por cima, eu coloco a mão sobre o chão e passo a mão pelos meus cabelos, eu começo a chorar, os meus dentes, minhas unhas , eu começo a chorar sem parar, eu apago e votlo com alguém segurando o meu rosto, eu já estava vendo vultos e é quando eu consigo ver que era ele. — Você me disse que eu jamais iria te ver chorando, e eu estou te vendo chorar – ele fala me encarando – se você sair viva dessa, que você lembre para o resto da vida o m*l que você fez a essas garotas. – ele joga o meu rosto com tudo no chão. Eu só consigo ver o vulto dos seu calçado se afastando , eu apago e volto e começo a vomitar, era sangue e mais sangue, eu tento me mover, eu tentava falar pedindo ajuda, mas não conseguia. É quando eu abro os olhos de novo e vejo alguém se aproximando. — Ela está morta? – a voz distante pergunta — Ainda não – a voz de Alexandre soa na minha cabeça e eu fecho os olhos, sentindo apenas a dor imensa em meu corpo.
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