CAPITULO 168

1467 Palavras

Vanessa . — Nessa...— Sua voz é rouca, o timbre profundo dela abrindo uma ferida profunda dentro do meu peito. Ele fecha seu caderno de desenho e se levanta da cadeira. . Meu senso de preservação está gritando para eu me virar e correr, mas meus pés se recusam a se mover. Estou congelada em minha indecisão, olhando para Cauê com os olhos arregalados e a boca aberta. Não consigo me mover. Não consigo respirar. Ele dá um passo em minha direção e de repente, meus pés se soltam. Eu me afasto, quase tropeçando na porta. Ele imediatamente interrompe seu avanço. Sua mandíbula aperta, suas narinas dilatam. Tristeza pisca em seus olhos. . — Não vá... Por favor. — Engraçado, essas são as mesmas palavras que pensei em dizer a ele um milhão de vezes se tivesse a chance. Em vez disso, ele fugiu

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