(Thomas) Caminho pela trilha gramada implorando para que ele não esteja lá. Já são umas duas horas da tarde, a luz do sol atravessa com dificuldade as copas dos pinheiros e das outras árvores (que eu mesmo fiz crescer), mas isso é o suficiente para que o caminho seja bem iluminado. Depois de uns vinte minutos caminhando finalmente chego à clareira, onde encontro a pessoa que definitivamente não queria ver. Aaron está deitado debaixo do salgueiro com os braços e as pernas abertos, completamente relaxado enquanto olha para cima e encara os galhos e folhas da árvore. - oi – falo, sem qualquer entusiasmo na voz, só para ser educado mesmo. Ele senta, antes de olhar para mim e responder. - oi. Senta aí.- ele aponta para a área gramada a menos de um metro à sua frente. Mesmo à contragosto, v

