Bruna narrando. Deixo o Gabriel arrumando nossas coisas no andar de cima e desço para tomar café da manhã. Meu coração bate acelerado, inquieto, como se cada segundo ali fosse precioso demais e, ao mesmo tempo, perigoso. m*l aguento esperar a hora de partir. Estar aqui foi intenso, confuso… bom demais para não machucar. Vejo a Nita colocando as coisas na mesa com o cuidado de sempre, ajeitando as xícaras como se estivesse montando um pequeno ritual. Quando me vê, abre um sorriso carinhoso, daqueles que aquecem o peito sem pedir permissão. — Acordou cedo hoje, menina. — Vamos embora hoje, dona Nita — falo, sem conseguir esconder a felicidade misturada com alívio. Ela para por um segundo, com a colher suspensa no ar, e arregala os olhos. — Oh meu Deus, não acredito! Como assim, minha m

