Morte Acordei às 8 horas da manhã e a Karina estava apagada do meu lado, e só aí eu me liguei que o Pescadinha ia me matar. Ele vai cortar meu p*u. Levantei devagar, peguei o telefone e liguei para a recepção e pedi um café da manhã. Já vou morrer, né? Pelo menos vou morrer alimentado. Demorou um pouquinho, mas a mulher finalmente chegou com o nosso café. Então eu acordei a Karina com cuidado, ela me encarou com um sorriso no rosto e eu esqueci até que o pai dela é perigoso. Mano, que isso... eu tô apaixonado. Karina: Que horas são? O meu pai deve estar surtando atrás de mim. – ela falou olhando para o telefone e arregalou os olhos. Morte: O que foi? Karina: 50 ligações do meu pai. Morte: Eu tô fodido. Ele vai cortar o meu p*u fora. Karina: Não vai não, calma aí, que isso me pertence

