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976 Palavras

Morte Eu fui entrando devagar, cada centímetro sentindo o corpo dela se moldar ao meu. Ela tava quente, apertada pra c*****o, e eu sabia que era a primeira vez mesmo, não só pelo que ela tinha falado, mas pela forma como o corpo dela reagia ao meu. A respiração dela ficou descompassada, o olhar meio perdido, as mãos agarradas nos lençóis. Morte: Tá tudo bem, Kaká… — falei baixinho, passando a mão no rosto dela com carinho, tentando mostrar que tava ali, que não ia forçar nada, que era só ela me guiar. Ela respirou fundo, os olhos marejados, mas não de dor, era nervosismo. Medo, talvez. Mas mesmo assim ela segurou minha cintura com força e puxou de leve, como se dissesse "continua". E eu continuei, centímetro por centímetro, até estar inteiro dentro dela. Ela soltou um gemido baixo, aba

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