Depois daquele acontecido com Antonella, sei pai Tonny ficou sabendo e como sempre deu uma bronca na filha e elogiou Gabriel por ter feito seu trabalho direito e não ter deixado nada de r**m acontecer a sua caçula.
Mais ak contrato do que Gabriel imaginou Antonella ainda continua tratando ele m*l, mesmo os amigos dela gostando dele, mais as vezes ela consegue ser um pouco agradecida pela noite que ele livrou ela das mãos de Heitor, que tentou colocar a culpa em Gabriel mais infelizmente com Allan é advogado ele conseguiu as câmeras de segurança e viu tudo que aconteceu. Hoje era sexta feira iria passar o final de semana na sua casa , e assim que ele chegou lá e abriu a porta de casa, foi recebido pelo abraço caloroso de sua irmãzinha Maria, de 4 anos.
— Gabriel! Você voltou!— Ela fala abraçando as pernas dele que a pega e coloca no braço e ele responde sorrindo.
— Voltei Maria. Senti saudades.— ele enche ela de beijos fazendo ela gargalhar
— Eu também senti saudades de você. Porque você demorou de voltar?— ela pergunta batendo o pé no chão quando ele desceu ela e antes que ele pudesse responder, ele se abaixou para ficar na altura de Maria e a abraçou com ternura.
— Eu estava trabalhando meu amor, mais agora vice vai me ter dois dias com você.— ele diz e ela sorri feliz.— Como foi a sua semana, pequena?
— Foi boa! A mamãe fez bolo de chocolate!
— Hmm, parece delicioso. Vou querer um pedaço.
Maria riu, animada com a ideia de dividir o bolo com o irmão.
— Vamos comer juntos então.
— Vamos.
Os dois andam até a cozinha e chegando lá ele vê sua mãe terminado de fazer um suco.
— mãe
— O meu Deus, meu filho eu estava morando de saudades.— Ela vai até ele e lhi abraça
— Calma mãe, eu estou aqui .— ele fala sorrindo quando sua mãe lhi apertou demais , então logo após eles sentaram na mesa onde lancharam a meio de conversar e brincadeiras da parte de Maria.
Gabriel sentiu-se grato por ter sua família sempre alí lhe apoiando, trazendo sempre uma dose extra de felicidade e só assim ele conseguiu esquecer um pouco dos problemas que estava lhi arrodeando.
(...)
Gabriel passou o sábado na companhia de sua querida família. Juntos, eles compartilharam risadas, histórias e momentos especiais que fortaleciam os laços que os uniam.
No jardim, brincaram de esconde-esconde com Maria, que soltava gargalhadas contagiantes a cada vez que encontrava um deles. Sua mãe preparou um almoço delicioso, recheado de pratos favoritos de todos.
Enquanto a tarde avançava, todos se reuniram na sala, onde Gabriel pegou seu violão e começou a tocar algumas músicas. Sua irmã Maria dançava animada, enquanto sua mãe e outros membros da família se juntavam ao coro improvisado.
A atmosfera era de alegria e amor, e Gabriel se sentia imensamente grato por ter uma família tão acolhedora e apoiadora. Cada momento compartilhado era um tesouro precioso em seu coração.
Ao final do dia, eles se reuniram para assistir a um filme, aconchegados no sofá, desfrutando da companhia uns dos outros.
Agora nesse exato momento Gabriel estava deitado em sua cama , perdido em seus pensamentos sobre Antonella e a situação que ela havia enfrentado. Ele olhava para o céu, contemplando as nuvens que pareciam refletir seu próprio estado de espírito turbulento.
A preocupação com Antonella pairava sobre ele, como uma sombra persistente. Ele se perguntava como ela estava se sentindo, se estava se recuperando bem.
Gabriel (pensando) Espero que ela esteja se recuperando. Devo estar ao seu lado, protegendo-a.
Ele ponderava sobre o que poderia fazer para ajudá-la a se sentir segura e apoiada. Sua determinação de cuidar de Antonella crescia a cada instante.
Enquanto o tempo passava, o sol começava a se pôr no horizonte, pintando o céu com tons de laranja e rosa. Gabriel sabia que teria que encontrar uma maneira de estar presente para Antonella, não apenas como seu guarda-costas, mas como alguém em quem ela pudesse confiar.
— Filho, posso entrar?
— Oi mãe, pode sim .— Ele fala se ajeitando na cama
— Porque ainda não dormiu? Amanhã você terá que trabalhar de novo
— Eu tentei mas não consegui dormir.
— Quer conversar? O que está se passando aí nessa sua cabecinha?— Anna senta na cama ao lado do filho.
— Sim Mãe, eu preciso falar.
— O que está te preocupando, meu querido?
— É sobre a Antonella, a menina que eu estou protegendo, há uns dias para cá eu tenho sentido algo diferente em relação a ela. Acho que estou começando a gostar dela de uma forma que vai além da minha responsabilidade como guarda-costas.— Ele fala e sua mãe com um sorriso afetuoso diz.
— Gabriel, o coração é um lugar complexo, e sentimentos podem surgir de maneiras inesperadas. O importante é que você seja honesto consigo mesmo.
— Mas e se isso complicar as coisas? E se eu não puder protegê-la da forma que ela precisa? Além de que ela também nem gosta de mim..— ele fala a última frase cabisbaixo e Anna fala colocando a mão sobre o ombro de Gabriel.
— Filho, o amor é uma força poderosa. Se você genuinamente se importa com Antonella, encontrará uma maneira de equilibrar seus sentimentos com suas responsabilidades. Acredito em você. E também você tenta se aproximar dela aos poucos que dará certo
— Obrigado, mãe. Suas palavras significam muito para mim.
— Lembre-se, Gabriel, siga o seu coração, mas também seja sábio em suas decisões. Estarei aqui para te apoiar, não importa o que aconteça.
— Eu te amo mãe.— Os dois se abraçam e Anna vai para o seu quarto dormir e Gabriel faz o mesmo, ele deita na cama apaga a luz do abajur e depois de alguns minutos ele acaba dormindo e no silêncio da noite, Gabriel mergulhou em um sono profundo e tranquilo. Foi então que um sonho envolvente o transportou para um lugar onde a realidade e a imaginação se entrelaçavam.
No sonho, ele se encontrava em um jardim encantado, onde as flores exalavam um perfume doce e o céu estava tingido de tons suaves de rosa e violeta. O ambiente era sereno e acolhedor, e ele se sentia em paz.
De repente, Antonella surgiu diante dele, envolta em um vestido que parecia feito de pétalas de rosas. Seu sorriso era luminoso, iluminando o jardim com uma aura de calor e alegria.
— Gabriel...— Antonella o chamou e Gabriel respondeu surpreso e maravilhado quando viu ela .
— Antonella, você está... deslumbrante.
— Obrigada , você também está maravilhoso.— ela fala sorrindo — Este é o nosso jardim secreto, Gabriel, onde podemos nos encontrar sempre para ficar juntos.
Eles caminharam juntos pelo jardim, trocando olhares que transcendiam o entendimento verbal. Cada gesto, cada toque, era carregado de uma energia que os unia de maneira única.
No meio das flores, eles pararam e se encararam profundamente. Gabriel podia sentir seu coração batendo em sintonia com o dela, como se fossem duas almas destinadas a se encontrar.
Antonella com suavidade— Gabriel, não importa o que aconteça, sei que posso confiar em você.
Gabriel com sinceridade— Eu estarei sempre aqui para protegê-la, Antonella. Não apenas como seu guarda-costas, mas como alguém que se importa profundamente com você, eu te amo Antonella torres.
— Eu também te amo Gabriel.
O sonho parecia um vislumbre de um futuro incerto, mas cheio de promessas. Eles se abraçaram, e o jardim ao redor deles irradiou uma luz dourada, como se estivessem envolvidos por uma energia transcendental.