15. Quatro anos

1167 Palavras
Lauren a abraçou, acariciando suas costas, feliz só de ouvi-la respirar. - Obrigada, foi inacreditável - ela plantou um pequeno beijo em seu ombro. Ela estava pesada quando se deitou sobre ela, apertou-a para baixo, mas ela apreciou seu peso. Isso a fez se sentir querida e preciosa - um pouco, pelo menos. Palavras Suas de apreço a despertaram. - Obrigada, minha linda. Você não sabe, mas quebrou uma seca para mim. Já se passaram quatro anos desde que eu fiz s**o. Quatro anos? Lauren não sabia o que pensar. Jesus! Qualquer porto em uma tempestade - todos os cavalos são cinza no escuro - qualquer um seria atraente depois de quatro anos. - Quatro anos? Eu não posso acreditar que uma mulher excitante como você ficaria sem s**o por tanto tempo - ela falou com cuidado. Mas que diabos? Camila decidiu entrar em contato com seus sentimentos e se abrir. - Minha ex-esposa, ela fez um número verdadeiro em mim, me queimou, desprezou-me e me pendurou para secar. Levei muito tempo para confiar em uma mulher o suficiente para chegar tão perto - ela trouxe o que tinha dito. - Acho que isso significa que eu confio em você, Lauren. - Estou feliz. Eu não vou desiludir a sua confiança. Vamos manter o que aconteceu dentro dessas paredes como nosso segredo. Os outros meninos nunca vão saber sequer o que correu - ela roçou os lábios mais uma vez por cima do ombro e o empurrou de leve para que pudesse deixar-la levantar. - Eu acho que preciso ir para o meu quarto, o despertador vai tocar bem cedo. Eu vou tentar conquistar todos vocês de uma vez, em menos de uma hora. - Espere - Camila impediu-a de se mover. - Eu não pretendo exibir o nosso relacionamento na frente de Ally, ela é muito jovem, mas eu não me importo se ela souber que há algo ocorrendo entre nós, que estamos vendo uma a outra, tipo assim. Quanto ao resto, eu quero que eles saibam que eu amarrei você, dei-lhe um nó, te marquei e coloquei você em meu pasto da primavera. A partir de agora, na medida em que importa, você pertence a mim. - Etiqueta? - ela perguntou com um sorriso. - Exatamente, eu não quero que ninguém imagine nada. Eles sabem que eu não tenho intenção alguma de me casar de novo, mas não podem esperar que eu seja um monge para o resto da minha vida, também. Eles vão entender. E os que anunciam hoje à noite, baby, tenho a intenção de desejar-lo duas vezes por dia e quatro vezes no domingo. - Enquanto ela dizia essas palavras, as acentuava com beijos até que ela se contorcesse embaixo dela em um ataque de risos. - Você me deu o melhor passeio que eu jamais poderia imaginar, e eu não tenho intenção de ser um evento de uma-vez-em-uma-vida - Ela soprou em seu estômago, como se fosse uma criança. Jogou os braços em volta do pescoço e a segurança. - Obrigada. Isso é o que eu queria também. Eu não ia perguntar, no entanto. Eu não quero que pense que eu estou fazendo alguma exigência. Levantando da cama, jeans Camila vestiu sua calça. Segurou a camisa dela para ela usar, uma vez que tudo o que ela tinha usado para ir ao tanque tinha sido uma toalha. Ela achou meio engraçado. - Eu não posso acreditar que você escapou de casa com apenas uma toalha! - Você me pôs toda quente e incomodada, tudo que eu podia pensar era em me refrescar - ela admitiu. - Cubra-se mais da próxima vez, boneca. Eu sou a única mulher aqui que pode olhar para o seu corpo - antes que ela pudesse responder, a pegou no colo e saiu. - Eu posso andar. - Sim, você pode, mas não precisa. Você tem uma mulher forte para carregá-la. Além disso, você está com os pés descalços, pode haver rebarbas na grama ou cobras se arrastando por aí. Ao ouvir a palavra cobra, ela catapultou para seus braços, quase a sufocando ao redor de seu pescoço. - Ei! Agora eu sei o que dizer para fazer você se aninhar bem perto. Você tem medo de cobras? - Horrivelmente, eu poderia dizer "fobia" - ela ainda estava tremendo, só de pensar nas horríveis criaturas gosmentas. - Ainda bem que eu sou alta, então, elas estão que estar sobre palafitas para chegar até você por aqui, ou - ela bufou - cair de uma árvore em você. - Isso provocou outro movimento em seus braços, desta vez ela escavou em seu peito e ela apenas riu um pouco mais. - Você é tão bonita. - A apoiou em um joelho, enquanto abria a porta, em seguida, trancou-a atrás. Levando-a pelas escadas, ela roubou alguns beijos no caminho - Além dos limites. Quando passaram pelo quarto de Bess, ela resmungou e fez um pequeno movimento com um pé. Ela apenas se manteve em curso até que estava atrás de portas fechadas. As portas do seu quarto. Deitando-a na cama, ela colocou o despertador e foi para o banheiro. Voltando com uma toalha molhada limpou-a suavemente entre as pernas, e em seguida, beijou-a gentilmente bem no c******s. Ela gemeu sonolenta. - Você tem certeza que quer que eu durma aqui com você? - Baby, este é o lugar onde você vai dormir a partir de agora - ela nem provoca como consequência do que estava dizendo. - Até a hora que eu for embora - disse, e ela grunhiu. Isso não soou bem. Onde diabos ela pensava que estava indo? Camila nem olha que sua mente estava mudando lentamente. Camila sabia que precisava dormir, mas não resistiu e apenas gastou o tempo olhando-a. Ela estava deitada de lado e então abraçou contra suas costas, de  conchinha.  Tinha que sorrir, porém, porque de vez em quando ela empurrava  sua b***a em sua virilha e contorcia-se um pouco. As duas primeiras vezes que  ela fez isso, que ela estava acordada e tentava iniciar algo sexy, mas o  seu anjinho estava dormindo. Esse pequeno movimento tentador era apenas  reação natural do seu corpo para com ela. Para ela. Não queria dormir longe “não tocar durante a noite” como Taylor.  Lauren era como um gatinho, quente  e suave. Ela não se importa de ser segurada e acariciada. Ocasionalmente, corria a palma da sua mão de seu ombro até seu braço ou de sua cintura até seus  quadris, apenas se familiarizando com seu corpo e sua resposta ao seu. Deslizando  o braço sob a cabeça dela, um puxou de volta para que pudesse beijá-la na  têmpora. Quando o fez, ela soltou o mais macio, doce e pequeno suspiro  ofegante. Esse fez seu coração virar. Deus, ela era real? Ela era tão doce quanto  parecia ser? Ela poderia ser feliz em Tebow longe das luzes da cidade e dos shoppings? Poderia ser feliz com ela, em vez reserva corja da sua ex  necessitava? Todas estas perguntas rolaram por sua cabeça, até que a exaustão  lhe descansar
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