7. Olhar

775 Palavras
Mais outro pedaço rs perto de Camila assim. Ela era uma grande mulher. Quando ela olhou não podia deixar de pensar como seria a sensação de chegar até lá, pegar sua camisa bem sob o colarinho, e puxar para abrir. Aquele encaixe seria útil se alguém a quisesse nua depressa. Ela apostava que ali em baixo era trabalhado e esculpido. Ela parecia com esses heróis bons nos romances que ela gostava de ler. Será que sua pele era lisa? p***a seria divertido descobrir. " Olha para cima, Lauren, olha para cima" mesma consulta. Ela sabia que seus olhos estavam pendurados ao norte da fivela de seu cinto. Atração e luxúria estavam puxando-os para o sul. Com um empurrão, olhou para cima e quando seus olhos se enfrentaram, g**o até o c******s. Deus, ela era potente. Se não a tocasse, morreria. Ela respirou fundo ... “ Tudo bem” - remessa - “ Vamos para casualmente amigável”. - Camila, é bom conhecê-la. Obrigada por me deixar substituir Bess. Eu prometo trabalhar duro, e vou cuidar bem de vocês, eu prometo - “ Nossa, quão falha você pode ser ”. Ah, bem. Ela ofereceu-lhe a mão. Ela iria cuidar dela, não há dúvida sobre isso. Ela ficaria acordada hoje à noite imaginando como formas que ela cuidaria.  Camila basculada os 10 pares de olhos que estavam assistindo-os com muita atenção. Só tinha que tocar.  Hum aperto de mão era muito mundano para exigir esta necessidade particular. Sua mão encontrou a dela. Primeiro tocando como pontas dos dedos dela com os seus, ele deslizou a palma da sua mão para cima dela, antes de encontrar o seu pulso pulso  sua irmã mais velha agir desta forma. Ela estava comendo Lauren com os olhos, como se ela fosse uma leoa no cio e ela a chefe predatória da matilha, uma única mulher a quem era permitido acasalar. Olhando ao redor para as expressões intrigadas, ela ordenou: - Comam. - Todos imediatamente obedeceram. Voltando sua atenção para Lauren, estava que ainda estava segurando a mão dela. Era a mão de comer, por isso ela finalmente teria que soltar. Relutantemente, o fez. Agora, voltando ao trabalho. - Lauren, eu sou Camila, a mais velhas patifes inúteis. - Seus olhos enrugavam nos cantos quando ela sorria. Lauren queria chegar e alisar como pequenas rugas sensuais . Ufa! Era uma coisa boa que ela não tinha mil dólares, ou a proporia aqui na mesa de jantar que esfreguessa nos seus propios s***s. Encontrando a voz, conseguiu responder. - Eu sei quem você é, Camila. Quando você jogava bola para Kerrville , eu perdia um jogo - ela confessou timidamente. - Por que não me lembro de você? - ela acariciou visualmente cada nuance de seu rosto. Ela era extraordinária, come-la, em vez da lasanha. ( quem ai um prato esses?) Lauren queria torturou seu cérebro procurando uma forma de responder a essa pergunta sem contar muito da verdade. A leucemia tinha chamado e, levou-aa de todos os círculos sociais. Ela não teve que responder, felizmente, Normani veio em sua salvação  - Você era um alfa machista, Camila. O resto de nós mortais só existia nos arredores de sua órbita. Lauren tem 25 anos, ela estava no ensino fundamental quando você estava reinando suprema no campo de futebol e atrás dos armários. - Eu odeio não ter notado você, eu aposto que era muito bonita. - Ela nunca sequer olhou para Normani. Aceitando os pratos passados ao redor por Chris, que estava sentado à sua esquerda, ele encheu seu prato com lasanha, e depois serviu ela. - Aqui está querida. Coma. - Aparentemente, era importante para Camila que todos comessem sua parte. Mais do que provavelmente, esta era uma forma de garantir o seu bem-estar. - Obrigada, eu espero que você goste da comida. - O apetite de Lauren desapareceu completamente, ou melhor, ele mudou de foco. Agora, seu apetite era para uma deliciosa cowboy que estava colocando seu coração para correr a mil por hora e fazendo-a suar em lugares que ela nem imaginava. Ally, que estava sentada a sua direita, deu uma cotovelada nela. Ela saltou e olhou para ela. - Ei! O que foi? - Esta é a melhor comida que eu já coloquei na minha boca, Lauren. Eu quero que você fique conosco para sempre. Em vez de fazer ela se sentir elogiada, como palavras serviram para deixar -la sóbria. Para sempre. Ela não tinha para sempre, tinha dois anos, no máximo. Talvez. Dois anos para viver uma vida, e o rancho era onde ela iria começar. - É melhor você nunca deixar Bess ouvir você dizer isso, Allysson - Taylor apontou o garfo para sua irmã mais nova.
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