Olhando pro teto do quarto pensei tanta coisa que se eu fosse descrever seria cômico e nada trágico, na verdade eu estava em choque e ao mesmo tempo perdidinha da Silva. Além disso era a primeira vez que eu dividia a cama com alguém, sabia nem que roupa eu usar pra esse momento... Quer dizer... Meu Deus do céu. Onde eu estou ou onde eu fui parar?! O rosto de Riller estava apoiado no meu ombro e eu observava a respiração calma e pacífica dele, horas atrás ele não estava assim, a expressão não era calma e nem nada do tipo, era do tipo que observaria um milhão de vez. Ele ficava com o cabelo escuro Bagunçado de um jeito bonito e até charmoso, a boca entreaberta e até o jeitinho de fechar os olhos. Parecia minimamente vulnerável, mas de tão pouca forma, que mesmo ali, ele ainda era o Riller

