Capítulo 11

1287 Palavras
Anely James Milão, Italia 25 de Setembro de 2003 09:52 — Está pronta? — ele pergunta ao meu ouvido. Aceno positivamente. Michael tira as duas mãos que estava tampando meus olhos e me dá um beijo no pescoço. abro meus olhos, é lindo! Estou frente a frente com uma fonte que é linda! Há muitas moedas no fundo. Michael se senta na boa e olha fixamente para o fundo da fonte. Sorri para mim, coloca a mão em um dos bolsos do seu paletó preto e tira várias moedas de lá. Com a mão fechada ele as segura. Ele joga algumas nas outras mãos e me estende essa mão. Pego todas as moedas e me sento ao lado dele — Qual é o seu maior desejo? — pergunto para ele que sorri. Olha para mim. Me encara por algum longo tempo — Encontrar alguém que me ame, que seja sincera comigo — por isso ele foi atrás de uma sugar baby? Com uma sugar baby seria jogo limpo. Sem joguinhos. Cartas na mesa e nada de mentirinhas doces! — O meu é ser imortal para eu comer todas as sobremesas que existirem no mundo! — digo em tom cômico o fazendo rir — Você não existe Anely — ele diz enquanto ainda ri. Apoia sua cabeça em meu ombro — A sua presença faz com que eu me sinta vivo. Eu amo estar ao seu lado — eu também, meu amor. 03 de outubro de 2003 Rancho Ilibado, Los Olivos 08:13 — Preciso te contar algo — sussurra em um tom calmo e frio. Abro meus olhos lentamente. Ele está sentado sobre a cama. Me sento ao lado dele. O abraço. Beijo seu rosto com carinho. Eu o amo. O amo. Amo e não estou com medo de nada. Apesar dos últimos meses, eu o conheço. Sei quem ele é e que não vai me machucar. Ele me conhece, me ama pelo que eu sou e eu o amo pelo que ele é — Eu também preciso te contar algo — digo entre risadinhas. O aperto em meus braços. Se afasta do meu abraço. Se senta de frente para mim e segura minhas duas mãos — Estou falido Anely — ele diz em um tom frio — Esse é o momento de você pular do barco, eu não vou ficar chateado com você. Nós começamos pelo dinheiro, seria bom saber se ainda estamos nessa pelo dinheiro! — ele diz firme — Claro que eu não, no início foi, mas, agora! Eu te conheço, você me conhece. Você me provou ser alguém incrível! — digo com um sorriso no rosto ele fecha seu semblante — Eu não vou te deixar só porque você está sem dinheiro! Quer ir morar na rua? Vamos juntos! Eu vou para onde você for! Por você eu frito até hambúrguer — digo entre risos. As lagrimas descem por meu rosto e ele também se emociona. Parece estar um pouco surpreso pelo que eu acabo de dizer — Você realmente faria isso por mim? — pergunta com sua voz embargada — Meu Deus Anely, eu pensei tão m*l de você por todo esse tempo — cai em um choro ruidoso — Eu não estou falido, queria saber o que você me diria, mas, agora eu não tenho dúvida de mais nada. Você é a pessoa que eu quero comigo — ele diz entre lagrimas — Tudo que eu já fiz por você não te provou que eu gosto de você mais além de todo o luxo? — pergunto entre risadas nervosas. Começo a rir descontroladamente. Entro em uma crise de choro. Como eu sou i****a, é por isso que eu não posso me apaixonar... sinal vermelho Anely — Acabou! — digo enquanto me levanto. Vou até minha mala. Pego um vestido e o visto. Pego minha mala e a arrasto para a porta. Ele corre até mim e me abraça. Pede para que eu fique, mas, eu não quero. Não mais. Acabou. Michael Joseph Leilão Pritchett | Edifício Epic Records, Manhattan 01 de novembro de 2003 19:53 Já faz um mês que ela se foi. Eu me sinto tão sozinho. Nunca me senti tão solitário em toda a minha vida. Eu sinto falta dela. Sinto falta do seu perfume. Sinto falta do corpo quente em cima de minha pela manhã. Ela ama um sexo matinal e muitas vezes me acordava no meio da noite apenas para que fizéssemos amor. Como eu sinto falta de ouvir a voz manhosa da minha garota ao meu ouvido me pedido para acordar e a satisfazer. Sinto falta do som da risada dela, sinto falta dela — Pai, aquela não é a Anely? — Thomas pergunta ao meu ouvido. Estamos sentados na mesa dos Pritchett's, como sempre. Thomas está sentado ao meu lado direito e Lily ao meu lado esquerdo. Thomas aponta para a mesa ao nosso lado. Olho de relance realmente é ela e não está sozinha Anely está acompanhada de um homem de cabelos grisalhos. Ela está usando um vestido que vai até o seu pé, ele é branco e ela cortou o cabelo? Ou apenas enrolou. Seus cabelos brancos como a neve estão lindos assim com esse penteado — Ela está se levantando — Thomas sussurra — Vai atrás dela! Vai logo! — ele diz me cutucando. Me levanto. Arrumo os botões do meu paletó preto e vou em direção ao banheiro feminino atrás dela Me desvio de algumas pessoas do enorme salão até chegar ao corredor. Sigo Anely até o banheiro. Abro a porta, entro. A fecho em seguida. Ela entra em uma das cabines. A espero sair em frente a porta encostado na pia. Assim que ela sai quase arregala os olhos. Olha com urgência para um lado e para o outro — O que você quer? — ela pergunta com seu tom doce de sempre. Ela sempre é tão doce, tão doce quanto limão — Aquele cara é o seu novo s*********y? — pergunto sério para ela que apenas arqueia uma das sobrancelhas para mim. Ando até ela. Cego pelo ciúme seguro sua cintura e a puxo para mim. Afundo meu nariz em seu cabelo. Ela ainda usa o mesmo shampoo. Seu cabelo esta macio como nunca. Ela é cheirosa, muito cheirosa — Ele te faz gozar como eu faço? — pergunto entre dentes para ela que apenas treme — Não é da sua conta — sussurra sem folego para mim. Desço minha mão até sua coxa. Puxo um pouco da f***a do vestido para o lado para que eu consiga tocar sua pele. Passo minha mão pela lateral da sua coxa direita e ela automaticamente abre as pernas para mim — Se eu te beijar agora? — pergunto tirando minha mão das suas pernas que estão tremendo muito. Ela me deseja, ainda me deseja — Eu te mordo e não vou soltar até arrancar sangue de você! — ela diz em um tom grosseiro. Ela é perigosa, eu notei isso na primeira vez que a vi. Avanço o sinal vermelho. A beijo. A beijo com vontade. Como se fosse a última vez. Beijo essa mulher que eu tanto desejo e amo como se a minha vida dependesse desse beijo. Nossos lábios se separam. Ela está ofegante. Seus olhos se enchem — Eu te amo, mas não quero ficar com você! Não agora — diz entre soluços — Vou te dar tempo baby — sussurro para ela. Me afasto. Ela corre para o espelho. Arruma a maquiagem e sai. Respiro fundo e saio logo após. Eu tenho esperanças que eu ainda vou a ter comigo e eu não a deixarei escapar. Anely ainda será minha, ela assinara Joseph, é questão de honra!
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