Não deixei Jonas sair de dentro do carro quando vi o Benjamin na varanda do apartamento. Ele estava balançando as pernas sentado na grade, segurando na viga de sustenção e olhando para o celular. Fiquei encarando ele igual um falcão, com todos os pensamentos confusos em minha mente num estado de quietude. Meu irmão tirou os óculos encarando a figura distraída do meu ômega. Quis dá um soco nele, mas não o fiz. Na verdade eu nem sabia por que, de repente, senti vontade de bater nele. —É ele?__ perguntou, baixando um pouco a cabeça para encarar o pequeno que nos olhava lá de cima. —É.__ grunhi, imaginado ter que sair do carro e encarar ele. —Legal.__ ele sorriu, puxando a maçaneta do carro. Imediatamente segurei a porta para que ele não saísse. —O quê?__ perguntou, sonso, a boc

